Reportage France 3 sur la communauté portugaise à Clermont video

Posté par goalexandre le 26 juillet 2009

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Manifestation des Portugais contre la fermeture de consulats

Posté par goalexandre le 26 juillet 2009

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Forum (Entrepreneurs Empresarios ) Franco-Portugais France

Posté par goalexandre le 26 juillet 2009

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L’Ambassade du Portugal en France a identifié 3.474 députés d’origine portugaise élus au cours des dernières élections françaises.

Posté par goalexandre le 26 juillet 2009

 

 

L'Ambassade a créé une base de données

Près de 3.500 députés luso descendants en France

jeudi 20 novembre 2008, par LusoJornal

Toutes les versions de cet article :

L’Ambassade du Portugal en France a identifié 3.474 députés d’origine portugaise élus au cours des dernières élections françaises. dans actualidades rubon11-3846f

L’Ambassade du Portugal en France a identifié 3.474 députés d’origine portugaise élus au cours des dernières élections françaises.


Cela fait depuis longtemps que l’Ambassade se préparait à annoncer ces résultats, “mais ce résultat est si impressionnant qu’il ne cesse de croître” a dit au LusoJornal l’Ambassadeur António Monteiro.

Comme lors des dernières élections, une Base de données est en cours d’élaboration à l’Ambassade, réunissant les députés portugais et luso descendants élus en 2008.

Le 22 novembre, António Monteiro va organiser la 5ème édition de la Rencontre de Luso élus qui aura lieu, cette fois-ci, à l’amphithéâtre de l’Ecole Fénelon, à Paris 8.

Dans une première phase, l’Ambassade a identifié 3.646 députés et l’ambassadeur a envoyé une lettre personnalisée à chacun d’entre eux, pour les inviter à intégrer la Base de données de l’Ambassade et à créer un réseau national de luso élus.

“Cependant, 173 n’étaient pas portugais et quelques-uns m’ont même envoyé une lettre sympathique en disant qu’ils avaient des origines espagnoles ou italiennes, regrettant que l’Ambassade de leur pays n’ait pas eu la même initiative” a dit en souriant António Monteiro. Mais António Monteiro pense aussi qu’il y a une formidable implication des portugais au coeur de la vie civique. “Si nous avons tous ces élus, imaginez le nombre de candidats et ceux qui n’ont pas réussi à être élus” s’interroge l’Ambassadeur du Portugal. “C’est le résultat de tout un mouvement et de nombreux appels à participer à la vie civique. Effectivement ces appels semblent porter leurs fruits”.

Pour la première fois, l’Ambassade a cherché aussi des députés d’origine portugaise dans les communes de moins de 3.500 habitants. “Ce fut un travail gigantesque et c’est pour cela qu’il a pris autant de temps” a dit António Monteiro.

Deux des députés contactés, bien qu’ils soient d’origine portugaise, ont rejeté la proposition de l’Ambassadeur pour adhérer à un réseau national de luso élus. “Mais la grande majorité s’est montrée très intéressée et elle s’affirme comme étant effectivement d’origine portugaise”.

Dans les lettres que l’Ambassadeur a reçu, il y a des confidences, “évidemment parce qu’ils se sont sentis si longtemps seuls et abandonnés” mais il y a aussi des propositions et des suggestions. « Quelques-uns proposent des choses qui existent déjà mais le simple fait d’avoir fait la suggestion montre de l’intérêt, ce qui est positif”, affirme l’Ambassadeur. « Il y a aussi ceux qui en profite pour exposer un cas personnel et essaie d’obtenir la nationalité portugaise”.

Lors d’une interview exclusive au LusoJornal, António Monteiro expliqué que l’Ambassade a fait une enquête auprès des députés d’origine portugaise et elle a déjà reçu 1.229 fiches. “Il s’agit d’un bon indice qui nous permet d’avoir plus ample connaissance des députés élus en 2008”.

Sans vouloir caractériser ceux qui ont été élus en 2001 et 2008, António Monteiro pense qu’en 2001 les listes ont repris le “symbole” mais cette fois-ci les maires ont sans aucun doute recherché les candidats qui le valorisent ».

L’Ambassadeur du Portugal en France pense que “la Communauté est en train d’agir, par ses propres moyens, en raison de son ascension personnelle et du nombre d’activistes qui militent au sein des associations et des municipalités ». António Monteiro considère que “pour la majorité, ce n’est même pas une question militante qui les incite mais oui le fait de sentir qu’ils peuvent être utiles à la Communauté ».

Avant de quitter la France, en janvier prochain, António Monteiro a souhaité créer ce réseau de députés. « Ce réseau représente un point de départ. Mais, je souhaite dire que ce n’est pas seulement à ces occasions qu’il faut agir. C’est entre-temps que ce réseau se renforce à travers de la concrétisation de projets”.

Il reste à ajouter que toutefois il existe seulement (d’après les données du 28 février 2008) 81.682 portugais inscrits sur les listes électorales complémentaires. C’est peu, mais il y a déjà eu une progression annuelle de 26,6% par rapport février 2007, avec 64.536 inscrits.

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declaraçao de ^principios do ps

Posté par goalexandre le 23 juillet 2009

 

Declaração de Princípios do PS

Declaração de Princípios do P.S.

(Cabeçalhos do texto definitivo ratificado em reunião da Comissão Nacional de 11 de Janeiro de 2003, por incumbência do XIII Congresso que a ela o endossou.)

 

1. O Partido Socialista é a organização política dos cidadãos portugueses e dos outros cidadãos residentes em Portugal que defendem inequivocamente a democracia e procuram no socialismo democrático a solução dos problemas nacionais e a resposta às exigências sociopolíticas do mundo contemporâneo.

 

2. O PS empenha-se em que a sociedade portuguesa seja organizada na base dos valores da liberdade, da igualdade e da solidariedade, e esteja aberta à diversidade, à iniciativa, à inovação e ao progresso.

 

3. O PS compromete-se com a defesa e a promoção dos direitos humanos e com a paz.

 

4. O PS considera primaciais a defesa dos direitos, liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos e o desenvolvimento da democracia política, na organização da sociedade.

 

5. O PS considera que a democratização é um processo contínuo, que se realiza em múltiplas dimensões, na organização política, na paridade entre os géneros, na vida cívica, económica, cultural e social.

 

6. O PS combate as desigualdades e discriminações fundadas em critérios de nascimento, sexo, orientação sexual, origem racial, fortuna, religião ou convicções, predisposição genética, ou quaisquer outras que não resultem da iniciativa e do mérito das pessoas, em condições de igualdade de direitos e oportunidades. O PS defende o princípio da equidade na promoção da justiça social.

 

7. O PS defende uma economia de bem-estar, aberta à pluralidade das iniciativas e das formas económicas privadas, públicas e sociais, e regulada pelo mercado e por instituições públicas adequadas.

 

8. O PS defende a independência do poder político face aos poderes económicos. É dever do Estado promover o interesse público e o bem comum, conduzir as estratégias de desenvolvimento nacional, garantir o quadro institucional favorável à criação e distribuição de riqueza, assegurar a provisão de infra-estruturas, bens e serviços de interesse geral, corrigir as desigualdades e falhas de mercado, arbitrar conflitos e agir em prol da coesão social e territorial.

 

9. Para o PS, o Estado de Bem-Estar, também chamado Estado Social ou Estado-Providência, representa uma conquista histórica das forças democráticas e um pilar indispensável da democracia e do desenvolvimento. A sua forma não é estática nem imune à crítica, antes carece de profunda reorganização, à luz dos novos desafios colocados pelas economias e sociedades do nosso tempo. Mas só é possível reorganizar o Estado de Bem-Estar se o defendermos e renovarmos, com determinação. As políticas para a promoção do trabalho, do emprego e do bem-estar, a protecção social, a redução de desigualdades e a justa repartição de rendimentos, constituem orientações essenciais para o Estado democrático, tal como o PS o concebe. Nestes termos, o PS defende que as políticas e os serviços públicos são essenciais ao desenvolvimento e à promoção da coesão social, em diferentes áreas, com particular destaque na provisão de serviços básicos e nos sectores sociais, educativos e culturais. A acessibilidade e a qualidade dos serviços públicos constituem uma responsabilidade indeclinável do Estado.

 

10. O PS entende que a prática da solidariedade e a promoção da integração social se fazem no quadro da efectivação dos direitos civis, políticos e sociais de que são titulares as mulheres e os homens. É a realização dos direitos que permite caminhar para uma sociedade solidária, que não pactue com a exclusão.

 

11. O PS assume como obrigação fundamental do Estado democrático assegurar plenamente as funções de soberania, garantindo nomeadamente o direito à segurança, o acesso à justiça, a coesão e a defesa nacional.

 

12. O PS assume a defesa do ambiente e a promoção do desenvolvimento sustentável, como elementos essenciais de políticas orientadas pelo princípio da precaução, informadas pelo cuidado com o nosso futuro comum e fundadas no respeito por nós próprios e pelas gerações vindouras.

 

13. O PS acredita que é preciso ser-se radical na defesa da democracia, como sistema político fundado nos direitos humanos, na soberania popular, no primado da lei e na livre competição entre ideias e programas, e como sistema social que se baseia na iniciativa das pessoas e valoriza a diversidade e a diferença, o encontro e o respeito mútuo entre gentes e culturas, a expressão criativa e a participação e inovação social. Para o PS, são prioritárias as reformas institucionais que favoreçam a participação democrática, aproximem dos cidadãos o Estado e a administração, melhorando o rigor, a eficiência e o sentido de serviço da sua acção, e aprofundem a descentralização administrativa, valorizando designadamente o poder local.

 

14. O PS apoia o desenvolvimento de acções que aprofundem a intervenção democrática dos trabalhadores na vida económica e social e a cooperação entre todos quantos, pelo trabalho, a iniciativa e o empreendimento, contribuem para a criação de riqueza e a promoção do bem-estar.

 

15. O PS afirma-se como um partido moderno e cosmopolita, que acredita que o espírito de iniciativa e empreendimento, a criatividade e a comunicação, a cultura humanista, científica e tecnológica, a livre circulação das pessoas, a troca de ideias, constituem ingredientes fundamentais da vida e do progresso colectivos.

 

16. O PS empenha-se no processo de construção e desenvolvimento da União Europeia, incluindo o aprofundamento da sua dimensão política, como consequência lógica e necessária do projecto colectivo de paz, bem-estar e solidariedade posto em marcha sobre os escombros a que a Segunda Grande Guerra havia reduzido o velho continente. O PS vê a construção europeia como uma referência para uma nova ordem mundial orientada pelos princípios da cooperação, do respeito mútuo, da solidariedade, do Direito e de uma relação sustentável entre o Homem e a Natureza.

 

17. O PS, criado na luta pela liberdade e pela democracia e membro do Partido Socialista Europeu e da Internacional Socialista, pugna por uma ordem internacional fundada na segurança e na paz, na democracia e no respeito pelos direitos humanos. Neste sentido, concebe a política externa e de defesa como instrumentos fundamentais para a defesa da independência e do interesse nacional e a afirmação de Portugal no mundo.

 

18. O PS bate-se por uma ordem económica internacional mais regulada e justa, pelo que é favorável a uma globalização eticamente informada e democraticamente controlada, que seja um factor de avanço social e estimule o desenvolvimento de todas as nações e povos, esbatendo as fronteiras entre Norte e Sul. Combate, por isso, as tendências para o domínio do mundo por poderes económicos que escapem ao controlo democrático e defende a organização de novas formas de regulação supranacional.

 

19. O PS não privilegia qualquer doutrina filosófica ou religiosa, reconhecendo aos seus membros inteira liberdade em matéria de opção doutrinária e ética de vida.

 

20. O PS é um partido republicano, que emana dos cidadãos. Por isso, concebe a acção política como tarefa colectiva de mobilização de pessoas e grupos para o projecto da plena realização da democracia e da afirmação dos ideais da liberdade, da igualdade e da solidariedade. Por isso, é um partido plural, coeso e fraterno, aberto à comunicação permanente com as diferentes organizações e correntes de opinião que fazem a riqueza da sociedade civil, e assente na intervenção social e cívica dos seus membros, militantes e simpatizantes, cidadãos livres e activos unidos pela ampla plataforma política da democracia e do socialismo democrático.


TEMAS:


Publicado por: alex às 17:33 de 30.03.06
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Esquema organizativo do PS

Partido Socialista:

Organização política dos cidadãos … que defendem inequivocamente a democracia e procuram no socialismo democrático a solução dos problemas nacionais e a resposta às exigências sociopolíticas do mundo contemporâneo. (- da Declaração de Princípios, aprovada pelo XIII Congresso)

 

·      Membro do PS: Cidadã/o que aceita Programa, Declaração de Princípios, Estatutos e Disciplina do Partido;…; tem capacidade eleitoral o membro com mais de 6 meses e quotas em dia;…

 

·      Órgãos: os órgãos deliberativos do Partido são eleitos (por 2 anos) através do sistema de representação proporcional pelo método da média mais alta de Hondt; e os órgãos executivos são eleitos (por 2 anos) pelo sistema maioritário, em lista completa com efectivos e suplentes em numero não superior aos efectivos, de entre os membros do órgão competente para a eleição.

 

Secção:

(residencial, sectorial ou cibersecção,) com o. mínimo de 15 membros, e constituída para a definição, execução e divulgação da orientação política do PS.

 

·      Assembleia Geral: órgão deliberativo, reúne de 6 em 6 meses, elege a Mesa (presidente e 2 secretários) e o Secretariado da Secção, participa nas eleições dos órgãos concelhios, federativos e nacionais, e aprova as candidaturas do PS às respectivas Assembleias de Freguesia, …

 

·      Secretariado: órgão executivo, com 5 a 9 elementos (o 1º da lista é o Secretário-Coordenador), é eleito pela Assembleia Geral, devendo as listas candidatas ser apresentadas à Mesa da Assembleia Geral até cinco dias antes da data marcada para a eleição, acompanhadas da aceitação das candidaturas.

 

Concelhia:

 

·      Comissão Política Concelhia (CPC): composta por 15 a 61 membros, eleitos pelos militantes inscritos na área do concelho, pelo Pres., … JS (1/10). – reúne de 3 em 3 meses…

 

·      Presidente da CPC: é o primeiro candidato da lista mais votada, sendo substituído, no caso de vacatura ou impedimento, pelo candidato imediatamente a seguir na ordem da lista.

 

·      Secretariado da Concelhia: órgão executivo da Concelhia, é constituído pelo seu Presidente e por 6 a 10 elementos eleitos pela CPC de entre os seus membros.

 

Federação:

 

·      Congresso da Federação: reúne de 2 em 2 anos, compreende os delegados (o quádruplo dos inerentes) eleitos pelos militantes das secções, com base em programas ou moções de orientação política, mais os inerentes (secretariado da Federação, presidentes,..).

 

·      Comissão Política da Federação: composta por um mínimo de 15 e um máximo de 71 membros eleitos directamente pelo Congresso, pelo sistema de listas completas, propostas pelo mínimo de 5% dos delegados ao Congresso, desde que não inferior a 15 delegados; mais JS (1/10),…

 

·      Presidente da Federação: é eleito pelo sistema de lista uninominal por sufrágio directo de todos os militantes da Federação de entre os candidatos propostos por 2% ou um mínimo de 80 daqueles militantes; esta eleição é simultanea com a eleição dos delegados ao Congresso.

 

·      Secretariado da Federação: órgão executivo, é constituído pelo Presidente da Federação e 7 a 15 membros eleitos em lista completa, pela Comissão Política da Federação, de entre os seus membros, sob proposta do Presidente.

 

·      Comissão Federativa de Jurisdição; Comissão Federativa de Fiscalização Económica;

 

·      Mesa do Congresso; Comissão de Honra; Comissão de Verificação de Poderes.

 

Nacional:

 

·      Congresso Nacional: reúne de 2 em 2 anos, sendo os delegados ao Congresso Nacional eleitos pelas Secções (o quádruplo dos inerentes), para eleger o Presidente do Partido, a Comissão Nacional, a Comissão Nacional de Jurisdição e a Comissão Nacional de Fiscalização Económica e Financeira.

 

·      Comissão Nacional: reúne de 4 em 4 meses, com 251 membros eleitos directamente pelo Congresso Nacional (em c.300), é o órgão deliberativo máximo do Partido entre Congressos e elege a Comissão Política Nacional.

 

·      Comissão Política Nacional (CPN): reúne de 3 em 3 semanas, com (c.85 sendo) 65 membros eleitos pela Comissão Nacional + secretariado + …

 

·      Secretário-Geral: é eleito pelo sistema de lista uninominal por sufrágio directo de todos os militantes de entre os candidatos propostos por um mínimo de 100 militantes; …; a eleição do Secretário-Geral realiza-se simultaneamente com a eleição dos delegados ao Congresso Nacional.

 

·      Presidente do Partido.

 

·      Secretariado Nacional: é o órgão executivo da CPN, é presidido pelo Secretário-Geral, e é composto por 11 membros eleitos por maioria, através do sistema de lista completa, pela Comissão Política Nacional, sob proposta do Secretário-Geral.; + 5…inerentes.

 

·      Comissão Nacional de Jurisdição.

 

·      Comissão Nacional de Fiscalização Económica e Financeira.

 

(fonte: Estatutos aprovados em 11 Janeiro 2002 e Declaração de Princípios)

 

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quem é: José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa

Posté par goalexandre le 19 avril 2009

 

 

http://www./fr/content/partis-membres-du-pse

José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa

José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa

José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa est né à Vilar de Macada en 1957. Après un diplôme d’ingénieur civil, il termine son post-graduat en ingénierie de la santé, à l’Ecole nationale de santé publique.

Il devient membre du Partido Socialista en1981 et est élu député à l’Assemblée portugaise une première fois en 1987, à l’âge de 30 ans.

En 1991, il devient membre du secrétariat national du Parti socialiste et porte-parole dans le domaine de l’environnement. Lors du retour des socialistes au pouvoir en 1995, sous la direction d’Antonio Guterres,

José Sócrates continue sa percée dans le parti et devient titulaire d’une série de portefeuilles au sein du gouvernement.

Il est d’abord secrétaire d’état au ministère de l’environnement (1995-1997), puis ministre adjoint au premier ministre (1997-1999) et d’octobre 1999 à avril 2002, il est ministre de l’Environnement. José Socrates est député au parlement portugais depuis 2002.

En septembre 2004, il est élu secrétaire général du Parti socialiste, remportant les élections internes au sein du Parti socialiste portugais lors du premier tour, avec un taux sans appel de 80% des voix.


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Eleições para o Parlamento Europeu: pelo reforço do projecto europeu

Posté par goalexandre le 18 avril 2009

 

http://www.socrates2009.pt/Menu/Vencer2009/IV2–Eleicoes-para-o-Parlamento-Europeu–pelo-refo.aspx 

2. Eleições para o Parlamento Europeu: pelo reforço do projecto europeu

As eleições europeias, que terão lugar no próximo mês de Junho, acontecem num momento crítico para o futuro do projecto europeu.

A actual crise financeira e económica internacional só veio reforçar ainda mais a necessidade de uma Europa mais forte:

• Uma Europa capaz de coordenar e implementar respostas consistentes e eficazes para superar a recessão e relançar a economia;

• Uma Europa capaz de desempenhar um papel decisivo na construção de uma nova ordem financeira global e capaz de encontrar o caminho de uma regulação mais eficaz do próprio sistema financeiro europeu;

• Uma Europa capaz de concretizar a ambição da Estratégia de Lisboa, que traça o rumo para uma Europa mais competitiva e solidária e continua a ser a melhor resposta europeia aos desafios da globalização;

• Uma Europa capaz de colocar as pessoas no centro das suas preocupações e assegurar o futuro e a renovação do chamado “modelo social europeu”, em direcção a uma nova Europa Social;

• Uma Europa capaz de promover a igualdade de oportunidades e a igualdade de género, bem como de combater a violência doméstica e todo o tipo de discriminações;

• Uma Europa capaz de estabelecer um Pacto Europeu para o Progresso Social e desenvolver uma política de imigração mais eficaz, mais humana e mais justa;

• Uma Europa capaz de concretizar uma estratégia de ambição para a sustentabilidade energética e de manter a liderança na agenda ambiental e no combate às alterações climáticas;

• Uma Europa capaz de se afirmar no Mundo como bloco político ao serviço da paz, do direito internacional, do multilateralismo, dos direitos humanos e da cooperação para o desenvolvimento; enfim,

• Uma Europa capaz de aproveitar a oportunidade da nova administração norte-americana de Barack Obama para relançar, em novos moldes, as relações transatlânticas e a cooperação estratégica entre a Europa e os Estados Unidos da América.

Este ideal de uma Europa mais forte, mais coesa e mais prestigiada implica, contudo, a urgente superação do impasse institucional que ainda persiste. Para isso, é absolutamente fundamental a rápida entrada em vigor do Tratado de Lisboa, concluído durante a Presidência Portuguesa da União Europeia. O Tratado de Lisboa continua a ser, sem qualquer dúvida, o maior e o melhor denominador comum para a resolução dos problemas institucionais e políticos da governação da Europa.

Os portugueses sabem que o Partido Socialista é, verdadeiramente, o partido da Europa, o partido do grande projecto europeu. Foi com Mário Soares que Portugal pediu e concretizou a adesão à União Europeia. Foi com António Guterres que Portugal conseguiu a adesão ao Euro e a Europa ganhou a Estratégia de Lisboa. Foi com José Sócrates e com o reconhecido sucesso da última Presidência Portuguesa, que o Tratado de Lisboa se tornou o novo alicerce de toda a construção europeia.

O ideal europeu sempre constituiu uma marca na identidade do PS – mas sempre constituiu também uma fronteira de demarcação, em particular face às forças políticas à nossa esquerda, seja da esquerda comunista, seja da extrema-esquerda. Também aqui, esses “partidos de protesto” preferiram sempre ficar à margem e nunca quiseram verdadeiramente contribuir para a construção do projecto europeu, com tudo o que ele representa como projecto de paz, de prosperidade, de qualidade de vida e de igualdade de oportunidades para Portugal e para os povos da Europa. Não é possível disfarçar estas diferenças: os portugueses devem votar nas próximas eleições europeias com perfeita consciência de quem é que na esquerda está seriamente empenhado na Europa, para fazer avançar o projecto europeu e quem é que na esquerda está apenas emboscado na Europa, para sistematicamente combater qualquer avanço, mínimo que seja, do projecto europeu.

O PS disputará as próximas eleições europeias com a máxima convicção, apresentando uma lista forte, para ganhar. Daremos conta do excelente trabalho desenvolvido no Parlamento Europeu pelos Eurodeputados portugueses eleitos pelo PS, valorizaremos a nossa inserção no Partido dos Socialistas Europeus (PSE) e, sobretudo, empunharemos a bandeira do projecto europeu em que sempre acreditámos e de que Portugal, a Europa e o Mundo tanto precisam – e hoje mais do que nunca.

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PS abre delegação em Caracas Partido Socialista elegeu também o secretariado daquela secção que

Posté par goalexandre le 12 avril 2009

Venezuela: PS abre delegação em Caracas

Partido Socialista elegeu também o secretariado daquela secção que

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  • Visita oficial de Hugo Chávez a Portugal (João Relvas/LUSA)

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O Partido Socialista português abriu a primeira representação em Caracas e elegeu o Secretariado daquela secção que conta com 25 militantes, revelaram à Agência Lusa os deputados da Assembleia da República, Paulo Pisco e Glória Araújo, escreve a Lusa. Para dirigir o Secretariado da secção local do PS, foi eleito o empresário e conselheiro das comunidades portuguesas, Paulo Jorge. O acto teve lugar num restaurante de Caracas e coincidiu com a deslocação à Venezuela daqueles dois deputados como observadores do referendo de domingo.

Paulo Pisco salientou a importância da criação desta Secção para o seu Partido «o que acontece pela primeira vez na nossa história».

«Na medida das nossas possibilidades, o Partido Socialista está ao dispor da nossa comunidade e está aqui para que a comunidade possa rever-se no PS. Queremos que a comunidade possa contar connosco, porque nós também contamos com a nossa comunidade aqui», acrescentou.

Governo português atento

Em declarações à Agência Lusa, ao ser interrogado sobre as preocupações da comunidade em matérias como a insegurança, as fiscalizações e o ambiente político, Paulo Pisco salientou que «a nossa comunidade já percebeu que o Governo português está muito atento e procura sempre ter alguma palavra a dizer, alguma intervenção a fazer quando se trata da defesa dos interesses dos portugueses».

«Da nossa parte, da parte do PS aqui, o que podemos é fazer também eco dessas expectativas e inquietações e, na medida do possível, dar o nosso apoio para que a comunidade possa resolver melhor os seus problemas», disse.

Fortalecimento de laços

No seu entender «todo o fortalecimento de laços, sejam eles económicos, culturais ou políticos, é um bom contributo para ajudar a comunidade porque significa que se abrem canais de comunicação, canais de diálogo que são importantes para que haja interlocutores».

A deputada Glória Araújo defendeu que a constituição da Secção do PS na Venezuela «reconhece o valor e a contribuição que a comunidade tem dado neste país».

No seu entender, «esta será uma das secções mais activas do PS no estrangeiro», depois de «uma longa batalha para a conseguir».

«Todos os cidadãos têm sempre a ganhar quando têm qualquer tipo de actividade política seja ela a militância ou não», comentou ainda a deputada.

«Socialismo democrático»

Na ocasião, Glória Araújo usou a expressão «socialismo democrático» e, ao ser interrogada sobre se existem muitos socialismos, explicou que «cada país interpreta as ideologias moldadas à sua própria expressão cultural, áquilo que é a forma de viver do seu povo, áquilo que são as suas vontades, os seus objectivos de vida».

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Sócrates repudia gravação difamatória divulgada pela TVI

Posté par goalexandre le 7 avril 2009

 

 

copiez/collez

http://phplist.ps.pt/listas/uploadimages/asNaHora/nahora.pdf

 

Sócrates repudia gravação
difamatória divulgada pela TVI
As afirmações contidas                                                Sócrates repudia gravação difamatória divulgada pela TVI dans actualidades moz-screenshot-2moz-screenshot-3 dans cultura portuguesamoz-screenshot-4 dans Estatutos do Partido Socialista
na gravação divulgada
pela TVI na qual se procurava
envolver o nome de
José Sócrates no chamado
caso Freeport são “completamente
falsas, inventadas e
injuriosas”.
A garantia é dada pelo
próprio secretário-geral do
PS e primeiro-ministro num
comunicado datado de 27 de
Março, onde também adianta
ter dado orientações ao
seu advogado para que este
aja judicialmente “contra os
autores desta difamação”.
“No que me diz respeito,
essas afirmações são completamente
falsas, inventadas
e injuriosas”, escreve
José Sócrates, reafirmando
de seguida que não conhece
Charles Smith, “nem
nenhum dos promotores
do empreendimento Freeport”.
“Quero repudiar, com
veemência, todas as referências
que procuram envolver-
me, directa ou indirectamente,
em qualquer
comportamento ilícito, ou
menos próprio, a propósito
do caso Freeport”, refere
ainda o comunicado assinado
por Sócrates. M.R.

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PS VOTA O FEVEREIRO 2009

Posté par goalexandre le 9 février 2009

309963000socialisme.gif boa noite   a todos e todas

 

a acçao socialista

 http://phplist.ps.pt/listas/uploadimages/asNaHora/nahora.pdf

 

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