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Comemorações do centenário de Manuel Tito de Morais

Posté par goalexandre le 2 janvier 2010

TITO de MORAIS

 

 

Comemorações do centenário de Manuel Tito de Morais

 

 

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Manuel Tito de Morais, fundador e ex presidente honorário do PS, faria cem anos

em 28 de Junho de 2010. Para assinalar essa data foi constituída, em Lisboa, a Comissão das Comemorações do Centenário de Manuel Tito de Morais, que reúne mensalmente na sede nacional do partido, no Largo do Rato, para organizar e coordenar as diversas iniciativas que serão levadas a cabo.

A Comissão apela às secções do PS e da JS de todo o país para organizarem os diversos eventos ao longo do ano de 2010 destinados a recordar a figura ímpar

 

de Tito de Morais como fundador do Partido Socialista, antifascista e obreiro da democracia.

 

Manuel Tito de Morais iniciou a sua actividade política aos 16 anos numa greve

estudantil no Liceu Camões. Em 1945, aderiu ao Movimento de Unidade Democrática (MUD) de que seria membro da Comissão Central, tendo sido preso dois anos depois.

 

Despedido do seu emprego por razões políticas, viu-se obrigado a partir para Angola, onde continuou a luta pelos seus ideais democráticos.

Aí seria preso de novo em 1961, quando eclodiu a Guerra Colonial.

Enviado, sob prisão, para Lisboa, seria libertado no aeroporto. De novo sem emprego, dirige-se agora para o estrangeiro.

França, Alemanha, Brasil, Argélia e Itália foram países onde militou activamente nos

movimentos unitários da oposição.

 

Em Roma, como representante da Acção Socialista Portuguesa (ASP) foi o fundador e primeiro director do jornal “Portugal Socialista”, que constituiu uma enorme mais-valia para a organização e mobilização dos socialistas portugueses no interior e exterior, que levaria à constituição do Partido Socialista em 1973, na Alemanha.

 

Após a Revolução de 25 de Abril de 1974, Manuel Tito de Morais empenhou-se na

organização interna do Partido Socialista e, em 1975, foi eleito deputado por Viana do Castelo à Constituinte.

Foi deputado durante várias legislaturas e presidente da Assembleia da República em 1983/84, com um intervalo durante o VI Governo Provisório e o I Governo Constitucional, em que desempenhou as funções de secretário de Estado da População e Emprego.

 

Toda esta actividade decorreu a par de uma grande militância partidária nos diversos órgãos dirigentes do partido, sendo presidente do PS entre 1986 e 1988 e depois presidente honorário até à sua morte em 1999.

Os camaradas interessados em participar e colaborar com a Comissão poderão contactar Carolina Tito de Morais – 960477657  – ctitomorais@sapo.pt e Maria José Gama 966081997 – mjcgama@gmail.com.

In – Acção Socialista – R.S.A.

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espace lusophone a paris 75020

Posté par goalexandre le 2 janvier 2010

 

http://www.facebook.com/espacelusophone?ref=mf

A MINHA PATRIA E A LINGUA PORTUGUESA (MA PATRIE EST LA LANGUE PORTUGAISE) – Fernando Pessoa

 

 

Lieu de résidence :
160 BD CHARONNE – 75020 , Paris, France

Originaire de :
160 BD CHARONNE – 75020 PARIS, Paris, France

Site web :
http://www.surunrdeflora.fr

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MARIO SOARES UM SOCIALISTA DE SEMPRE CONTINUA SUA OBRA APOIANDO SOCRATES VIVA O SOCIALISMO

Posté par goalexandre le 23 août 2009

 

Partido Socialista Português  - Secção de Paris

 Paris é a terceira cidade de Portugal

 

É por Paris ser a terceira cidade do Mundo onde residem mais Portugueses, e que muitos milhares são Socialistas, que a Secção de Paris do Partido Socialista Português decidiu abrir este site, para os informar e os acolher. Aqui saberão as últimas noticias e informações de politica geral, as novidades sobre os nossos trabalhos e projectos, à medida que estes forem avançando, bem como as datas das nossas reuniões e as moradas das reuniões públicas, para as quais estão desde já convidados.

A cidadania e a política andam de mãos dadas e ambas fazem parte do dia a dia de cada cidadão.

 

Esperamos o vosso contacto! 

Aguardamos a vossa visita!

 

 

Mensagem do Secretário Coordenador da Secção de Paris:

 

Caros camaradas e amigos,

 

Aqui estamos nós em férias, bem merecidas por todos, não me atrevo a pôr dúvidas.

A Secção de Paris também está de férias, tanto mais que a grande maioria dos nossos militantes e amigos fizeram como os demais, foram para a praia…

É por isso que este Site vai ficar à espera que todos voltem (principalmente o Web master…), para vos abrir de novo a montra socialista cheia de novidades com melhores cores, refiro-me ao bronzeado, claro está.

Espero que se repousem, que se divirtam e que não façam excessos.

Ao voltar vai haver muito que fazer para os militantes desta secção: temos as tarefas distribuídas, muitos simpatizantes  à nossa espera e… eleições.

É bom saber que esta secção cresceu 30% desde que foi eleita (Fev. 2009), mas que ainda estamos muito longe do objectivo e que para o atingir devemos crescer muito mais.

Boas férias, boa viagem e até à volta.

A todos envio as melhores saudações socialistas.

Aurélio Pinto

 

Tome nota:

 

Dados os escassos meios que são os nossos, simples Site de uma Secção das Comunidades, não nos será possível  publicar todas as informações que o nosso Partido vêm e irá divulgando à medida que as eleições legislativas se aproximam.

 

Por esta razão limitar-nos-emos a publicar exclusivamente todas as informações que digam respeito às Comunidades às quais tenhamos acesso.

 

Aceitamos contributos, quando correctos e identificados, para que quem no-los enviar possa assumir a responsabilidade da sua publicação.

 

MARIO SOARES  UM SOCIALISTA  DE SEMPRE CONTINUA SUA OBRA APOIANDO SOCRATES VIVA O SOCIALISMO  dans actualidades 

 

Esperamos assim abrir uma tribuna aos candidatos do      nosso Partido no caminho da  Vitória  que esperamos no dia 27 de Setembro.

Aurélio Pinto, Secretario Coordenador da Secção de Paris

 

Vamos Ver:

 

 dans cultura portuguesaComo apoiar o PS

História do PS

Socialistas de Portugal e do Mundo

Site oficial do PS Português

História do25 de Abril de 1974

Comemorações do centenário de Manuel Tito de Morais

António Costa

Como aderir ao PS

 

Próximas  reuniões :

 

Setembro       

               -    dia 12 – Reunião do Secretariado. 

Outubro        

                -    dia    3 – Reunião do Secretariado alargada (militantes e convidados).

                -    dia  31 – Reunião do Secretariado.

Destaque:

 

O programa do PS e o futuro

 

 dans em portugal

Um programa de Governo vale o que vale. Pouca gente o lê, como todos sabemos. Mas representa um compromisso, que é uma garantia importante para os eleitores, relativamente à futura governação. Garantia que pode ser invocada, a qualquer momento, e lembrada pelos eleitores àqueles que o subscreveram, para os obrigar a cumprir. Se assim não for, utilizam-no contra o Governo, no fim da legislatura, com a arma do voto e, todos os dias, com as críticas fundamentadas que entenderem. É uma regra importante da alternância democrática, própria das democracias pluralistas e pluripartidárias.

Foi, por isso, significativo que o partido que apoia o Governo actual, o PS, se tivesse antecipado a apresentar o seu programa, intitulado « Avançar Portugal: 2009-2013″. Foi o primeiro partido que o fez. Tendo em vista um período de tempo que se prevê extremamente difícil e complexo – de crise global declarada – que teremos de encarar de frente e superar, tão rapidamente quanto possível. Ora isso depende de nós todos, cidadãos portugueses e europeus, e, desde logo, das escolhas eleitorais que tivermos ou não a sensatez de fazer: nas próximas eleições legislativas, de longe as mais importantes, nas autárquicas, ambas ainda em 2009 e, depois, nas presidenciais, em 2010. Eleições todas elas decisivas, cujas escolhas devem ser orientadas em função da crise que importa fazer tudo – e bem – para ultrapassar.

O programa apresentado pelo PS está, com efeito, voltado para o futuro. Começa logo com a introdução, que contém cinco pontos. São eles: 1. Um programa de ambição para o futuro; 2. Uma atitude de confiança, determinação e iniciativa; 3. O progresso que o País fez; 4. A recuperação económica, interrompida pela crise internacional; 5. Prioridades claras para o futuro.

No entanto, cruzam-se nesta introdução, que se espraia por sete páginas, em letra miúda, duas ideias-força: uma visão do que deverá ser o futuro, com vista a vencer a crise, talvez demasiado sintética; e uma certa defesa do que foi o progresso realizado pelo País sob o Governo do PS, ao longo dos últimos quatro anos, que agora terminam. Ora esta última ideia é obviamente polémica e só passada a poeira do tempo poderá ser analisada com perfeita objectividade. Não é o momento de discutir o passado, porque o que interessa agora à maioria dos eleitores é que garantias lhe são oferecidas para o seu próximo e incerto futuro.

É verdade que é humano que quem fez um esforço imenso para equilibrar as contas públicas, reformar práticas obsoletas, modernizar o País (como é o caso da introdução dos computadores nas escolas), promover as energias renováveis, lutar pela Segurança Social, quando a direita só falava na sua insustentabilidade e pensava em privatizar os serviços públicos e o que restava da banca (como a Caixa Geral dos Depósitos), entre outros exemplos, goste de se defender da avalanche de críticas que os partidos da oposição, sem excepção, e alguns sindicatos, todos os dias lhes fazem, em alguns casos injustas. É certo. No entanto, isso representa deslocar o debate para o passado, no pior momento – o que é um erro – quando o eleitorado exige sobretudo que seja discutido o seu futuro próximo, que, como é natural, vitalmente lhe interessa…

Sucede que o PS é porventura o partido que tem maior tradição e melhores ideias para vencer a crise. Por ser socialista e de esquerda, num momento em que o neoliberalismo da direita se desacreditou em todo o mundo. Com efeito, já ninguém fala em menos Estado e mais privatizações. Pelo contrário: agora pede-se mais intervenção do Estado e mesmo nacionalizações, pelo menos em relação aos bancos e às empresas tecnicamente falidas. Até o Presidente Sarkozy, político típico da direita francesa, em discurso solene, feito em Versalhes, preconizou a eliminação dos paraísos fiscais. E o Papa Bento XVI, na sua última encíclica, regressou ao pensamento de Leão XIII da Rerum Novarum e proclama a necessidade de contar com as pessoas (e não com os negócios ou o dinheiro), bem como de reduzir radicalmente as desigualdades sociais, como forma de combater o desemprego e a crise.

Em Portugal, o PS bateu-se sempre pelo reforço da Segurança Social, pela luta contra a pobreza, pelo Serviço Nacional de Saúde, que foi criado por um Governo PS, pela defesa dos trabalhadores mais desfavorecidos, pela entrada na CEE e pela adesão ao euro. Aliás, o prof. doutor Ricardo Reis, português doutorado pela Universidade de Harvard e actual professor de Macroeconomia na Universidade Columbia, em Nova Iorque, num ensaio publicado recentemente em exclusivo pelo jornal i, demonstrou que o maior aumento do despesismo público foi obra dos governos do PSD, em coligação com o CDS, presididos por Durão Barroso e Santana Lopes.

É perfeitamente natural que assim tenha sido, pelas políticas e a ideologia de direita que sempre têm orientado, tanto o PPD/PSD como o CDS-PP, apesar das diferenças que caracterizam cada um deles.

Ora, a escolha eleitoral que se põe aos portugueses, nas próximas legislativas, situa-se, quer gostemos ou não, na alternativa entre o PS e o PSD (este último, em coligação ou não com o CDS-PP). Não se trata de ignorar nem de menosprezar os outros partidos, que representam sectores importantes do eleitorado. Mas tão-só de ter em conta, realisticamente, a relação de forças partidárias actuais. Com uma agravante, em tempo de crise mundial e de grandes dificuldades: é que o povo português sociologicamente é de esquerda. Não o devemos ignorar. Que paz nas ruas haveria, em tempos tão difíceis, com um Governo instalado de direita e, para mais, com um presidente oriundo do mesmo sector político?…

Acresce que as sondagens – que também valem o que valem, sempre o tenho pensado – dão, neste momento, um empate técnico aos dois maiores partidos: PS e PSD. Com uma diferença essencial: o líder do PS continua a ser o líder mais popular de todos os líderes partidários; e a líder do PSD continua a permanecer no mais baixo da escala, no que se refere à popularidade comparada dos líderes. O que sugere duas coisas: que nem sempre é rentável a concentração excessiva dos ataques numa mesma pessoa; e que nem sempre o silêncio prolongado é de ouro ou a ausência de palcos polémicos é pagável…

Seja como for, há ainda cerca de 20% de indecisos, segundo as mesmas sondagens. Muita coisa está em aberto. Os partidos não podem – ou não devem – entrar em férias. Nem, em meu fraco entender, abusar do marketing eleitoral via televisão. Os espectáculos políticos, em tempos de penúria, chocam. Não falem do passado. Debatam o futuro. Combatam o pessimismo de muitos quanto ao futuro de Portugal, que, tendo em vista o que vai pelo mundo, representa um erro inaceitável. Prefiram o contacto com as pessoas, em pequenos grupos. Oiçam. Aceitem as críticas. E digam, com clareza, o que pretendem fazer por Portugal, as ideias que os animam, os valores que prezam, como vêem a Europa do futuro, para sair da crise e no pós-crise, a importância da lusofonia e o futuro da CPLP, não só como comunidade de defesa da língua, mas como espaço de solidariedade política, económica, cultural e científica. Discutam o que representa Obama na política mundial e como devemos reforçar os laços que nos unem à nova América. Todos sabemos que há um novo paradigma global que está em construção. Queremos ou não alinhar com ele?

É por aí, penso, que se pode – e deve – mobilizar o eleitorado português. Ignorando as polémicas e o que se fez ou errou no passado. Voltando-nos resolutamente para o futuro, invocando os nossos valores ideológicos e integrando-nos na nova esperança que a superação da crise nos suscita.

In DN, Por Mário Soares – 04/08/2009

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Posté par goalexandre le 22 août 2009

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a fonte romana lugar da minha infancia 5 a 10anos

Posté par goalexandre le 2 août 2009

CAMARA MUNICIPAL DE VILA FLOR  TRAS OS MONTES BRAGANCA
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A FONTE ROMANA  DA MINHA INFANCIA  DE 5 A 10ANOS

AVIA AGUA FRESQUINHA   HOJE ACABOU SE  a  agua nao pode se beber

nesse tempo os cabalos  os burros os bois  todos os animais  bebiam nessa fonte hoje  tuddo isso acabou se

 

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Historia do PS – Vídeo difundido no XVI Congresso do Partido Socialista

Posté par goalexandre le 29 juillet 2009

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Bases Programáticas do Partido Socialista avançar portugal

Posté par goalexandre le 29 juillet 2009

 

Bases Programáticas
do Partido Socialista                                        logopspeq.jpg
Avançar Portugal 2009-2013
Comissão Nacional do PS
Lisboa, 25 de Julho de 2009
2
Um Programa de acção, com ambição
Uma linha de rumo reformista, responsável e orientada para o futuro
Três prioridades claras:
· Relançar a economia: relançar a economia e promover o emprego
· Modernizar: reforçar a competitividade, reduzir a dependência energética e o
endividamento externo, valorizar as exportações, modernizar Portugal
· Reduzir as desigualdades: desenvolver as políticas sociais, qualificar os serviços
públicos e reduzir as desigualdades.
3
Primeira prioridade:
Relançar a economia e promover o emprego
Cinco linhas de acção:
1) Avançar com investimento público modernizador
2) Apoiar as pequenas e médias empresas                                        logopspeq.jpg
3) Internacionalizar a economia
4) Firmar um Pacto para o Emprego
5) Reforçar a parceria com o sector social
4
A) Avançar com investimento público modernizador
Compromissos principais:
Investimentos locais:
1. Concluir o programa de modernização do parque escolar.
2. Concretizar o programa de modernização das unidades de saúde, quer na rede
de cuidados primários, quer na rede de cuidados hospitalares
Investimentos estruturantes:
3. Prosseguir com os investimentos estruturantes: novo aeroporto internacional
de Lisboa e alta velocidade ferroviária
B) Apoiar as pequenas e médias empresas
Compromissos principais:
1. Apoiar anualmente 30 mil PME’s, enquanto a conjuntura o justificar, e
nomeadamente mantendo linhas de crédito no montante de 3,75 mil milhões
de euros.
2. Articular o acesso às linhas de crédito e os mecanismos de regularização de
dívidas ao fisco e à segurança social, de forma a dotar as empresas em maior
dificuldade de condições de viabilidade.
3. Alargar, para 1,6 mil milhões de euros, os fundos disponíveis para reforço dos
capitais próprios das PME.
5
C) Internacionalizar a economia                                        logopspeq.jpg
Compromissos principais:
1. Firmar um Pacto pela Internacionalização.
2. Lançar o programa Inov-Export: 1.500 jovens qualificados, por ano, em PME
exportadoras.
3. Criar um Fundo Estratégico de 250 milhões de euros para apoiar as operações
de capital de desenvolvimento das PME no exterior.
D) Firmar um Pacto para o Emprego
Compromissos principais:
1. Propor, em sede de concertação social, aos parceiros sindicais e empresariais,
a celebração de um Pacto para e Emprego, estabelecendo compromissos
tripartidos para a defesa e promoção do emprego, o relançamento
económico e a política de rendimentos.
2. Apoiar com estágios a integração profissional de mais 25 mil desempregados
não subsidiados.
3. Assegurar 5 mil estágios profissionais na Administração Pública para jovens
qualificados.
4. Combater a precariedade laboral.
6
E) Reforçar a parceria com o sector social                          logopspeq.jpg
Compromissos principais:
1. Lançar o Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Economia Social, no valor
de 50 milhões/ano, para apoio à qualificação dos recursos humanos e da
gestão, à inovação social e à realização de projectos conjuntos entre
instituições do terceiro sector de diferente natureza (p. ex., IPSS e
cooperativas).
2. Lançar o programa Inov-Social: mil jovens qualificados, por ano, em instituições
do terceiro sector (cooperativas, IPSS, ONG´s).
3. Reforçar o terceiro sector como parceiro estratégico na área dos
equipamentos e serviços sociais.
7
Segunda prioridade: modernizar
Reforçar a competitividade, reduzir a dependência energética e o
endividamento externo, modernizar Portugal
Sete linhas de acção:
1) Liderar na energia
2) Aproximar Portugal do Centro
3) Reforçar a competitividade empresarial
4) Prosseguir na qualificação dos Portugueses
5)Avançar na inovação, na tecnologia e na sociedade do conhecimento
6) Modernizar o Estado, simplificar a vida aos cidadãos e às empresas
7) Prosseguir a consolidação das finanças públicas
8
A) Liderar na energia                                        logopspeq.jpg
Compromissos principais:
1. Apostar na mobilidade amiga do ambiente, promovendo os veículos eléctricos.
2. Promover a produção de energia a partir de fontes renováveis, em que somos
ricos, como a hídrica, a solar e a eólica – definindo novos e mais ambiciosos
objectivos.
3. Reforçar a posição de Portugal na fronteira tecnológica da energia,
desenvolvendo um “cluster” nacional neste sector.
4. Promover a eficiência energética, em particular garantindo a certificação
energética dos edifícios públicos e nas compras públicas.
B) Aproximar Portugal do Centro
Compromissos principais:
1. Desenvolver as ligações internacionais que aproximam Portugal do
centro económico europeu, nos sistemas marítimo-portuário e logístico,
aeroportuário e ferroviário.
2. Aumentar a quota de mercado do transporte ferroviário, seja no
segmento de passageiros, seja no segmento de mercadorias
9
C) Reforçar a competitividade empresarial
Compromissos principais:
1. Reforçar os sectores e fileiras industriais em que o País é
internacionalmente mais competitivo.
2. Promover a competitividade do sector da restauração e hotelaria, em
particular melhorando o ambiente de negócios do sector, tendo em
atenção a sua importância estratégica para o turismo.
D) Prosseguir na qualificação dos Portugueses
Compromissos principais:
1. Estender a escolaridade obrigatória até aos 18 anos de idade e aos 12 anos de
escolaridade, e apostar no ensino profissional.
2. Lançar o novo ciclo da Iniciativa Novas Oportunidades, reforçando a rede e a
capacidade dos Centros Novas Oportunidades e aproximando mais a formação
dos adultos das exigências e oportunidades do mercado de trabalho.
3. Lançar o Mestrado de Especialização em Tecnologias e Sistemas de
Informação (MTI), dirigido a licenciados de qualquer área de formação, com
prioridade para os que se encontram à procura de emprego.
10                                                                                                                                     logopspeq.jpg
E) Avançar na inovação, na tecnologia e na sociedade do conhecimento
Compromissos principais:
1. Promover o investimento nas redes de banda larga de nova geração.
2. Desenvolver o sistema de incentivos fiscais à investigação e desenvolvimento
nas empresas, e apoiar as parcerias entre as instituições de ensino e
investigação e as empresas.
3. Promover, em cooperação com Espanha, o lançamento do Instituto Ibérico de
Energias Renováveis.
F) Modernizar o Estado, simplificar a vida aos cidadãos e às empresas
Compromissos principais:
1. Lançar o novo Programa Simplex 2.0
2. Licenciamento zero: lançamento de projecto-piloto de eliminação de licenças
prévias para actividades específicas, substituindo-as por acções sistemáticas de
fiscalização a posteriori e mecanismos de responsabilização efectiva dos
promotores.
11
G) Prosseguir a consolidação das finanças públicas
Compromissos principais:
1. Prosseguir a consolidação orçamental, para libertar recursos para o combate à
crise e para assegurar a sustentabilidade e o equilíbrio estrutural das finanças
públicas.
2. Reduzir o prazo médio de pagamentos das entidades públicas, para 30 dias no
final da legislatura.
3. Reforçar o combate à fraude e evasão fiscal, utilizando os instrumentos legais
disponíveis, incluindo as possibilidades e condições de derrogação do sigilo
fiscal e do sigilo bancário.
12                                             logopspeq.jpg
Terceira prioridade:
Desenvolver as políticas sociais, qualificar os serviços públicos e reduzir
as desigualdades
Seis linhas de acção:
1) Combater as desigualdades sociais
2) Promover oportunidades de educação e formação para todos
3) Apoiar as famílias, em particular as de menores rendimentos
4) Defender e desenvolver a Segurança Social pública
5) Defender e desenvolver o Serviço Nacional de Saúde
6) Reforçar o apoio às classes médias
13
A) Combater as desigualdades sociais
Compromissos principais:
1. Introduzir, ao longo da legislatura, um novo apoio público às famílias
trabalhadoras com filhos, de modo a reduzir o risco de pobreza entre aqueles
que trabalham e têm filhos a cargo.
2. Prosseguir com a elevação do salário mínimo nacional, em concertação com os
parceiros sociais.
3. Garantir, no quadro da legislatura, que nenhuma pessoa com deficiência que
motive uma incapacidade total para o trabalho fique abaixo do limiar da
pobreza.
4. Continuar a reforçar o apoio aos idosos, nomeadamente com o Complemento
Solidário para Idosos e a acção social.
B) Promover oportunidades de educação e formação para todos
Compromissos principais:
1. Universalizar a frequência da educação pré-escolar, pelo menos nas crianças com 5
anos de idade.
2. Estender a escolaridade obrigatória até aos 12 anos de escolaridade.
3. Desenvolver o ensino secundário profissional, de modo a garantir que os
diplomados com cursos profissionais representem 50% dos diplomados com ensino
secundário.
4. Reforçar a acção social escolar, na educação básica, secundária e superior.
5. Desenvolver o Plano Tecnológico da Educação.
6. Duplicar o número de bolsas Erasmus, para 12 mil.
14                                                                                                                  logopspeq.jpg
C) Apoiar as famílias, em particular as de menores rendimentos
Compromissos principais:
1. Apoiar com uma bolsa de estudos, equivalente ao dobro do abono de
família, os estudantes do ensino secundário beneficiários dos dois
primeiros escalões do abono de família.
2. Duplicar as creches com horário alargado, em particular nas Áreas
Metropolitanas de Lisboa e do Porto.
3. Prosseguir o investimento em equipamentos sociais, com prioridade
aos equipamentos e serviços para idosos.
4. Duplicar o número de lugares disponíveis na Rede Nacional de
Cuidados Continuados, antecipando para 2013 a cobertura de todo o
território nacional.
D) Defender e desenvolver a Segurança Social pública
Compromissos principais:
1. Prosseguir a gestão responsável da Segurança Social, promovendo a sua
sustentabilidade.
2. Continuar a elevar os rendimentos dos idosos, apoiando mais os pensionistas
de pensões mais baixas, de forma sustentada e solidária, e aprovar regras
excepcionais que garantam o crescimento da generalidade das pensões em
eventual situação conjuntural de inflação muito baixa ou negativa.
3. Continuar a desenvolver, em concertação, e de forma equitativa e sustentável,
os mecanismos de diferenciação, nas prestações contributivas, dos
trabalhadores com carreiras mais longas.
15
E) Defender e desenvolver o Serviço Nacional de Saúde
Compromissos principais:
1. Assegurar, até ao final da legislatura, a cobertura nacional das Unidades de Saúde
Familiar.
2. Estender o Programa de Saúde Oral a todas as crianças entre os 4 e os 16 anos.
3. Duplicar o número de lugares na Rede de Cuidados Continuados.
16
F) Apoiar as classes médias
Compromissos principais:
1. Assegurar o financiamento do Serviço Nacional de Saúde pelo Orçamento de
Estado, recusando onerar as classes médias com um duplo pagamento (como
contribuintes e como utentes) dos cuidados de saúde.
2. Redistribuir as deduções e benefícios fiscais em sede de IRS, num modelo
progressivo em favor das classes médias.
3. Desenvolver as redes de estabelecimentos de educação, equipamentos sociais
e cuidados de saúde que estruturam uma oferta social pública de vocação
universal.
4. Desenvolver os instrumentos de apoio às famílias não dependentes de
condição de recursos, por também se destinarem a promover
comportamentos responsáveis, como os passes escolares, e concretizar o
alargamento deste último aos estudantes do ensino superior.
5. Desenvolver os incentivos fiscais à aquisição de bens de consumo familiar
ambientalmente mais favoráveis – como equipamentos promotores de
eficiência energética, uso de energia renovável, veículos eléctricos e
automóveis menos poluidores                                                                                             logopspeq.jpg

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declaraçao de ^principios do ps

Posté par goalexandre le 23 juillet 2009

 

Declaração de Princípios do PS

Declaração de Princípios do P.S.

(Cabeçalhos do texto definitivo ratificado em reunião da Comissão Nacional de 11 de Janeiro de 2003, por incumbência do XIII Congresso que a ela o endossou.)

 

1. O Partido Socialista é a organização política dos cidadãos portugueses e dos outros cidadãos residentes em Portugal que defendem inequivocamente a democracia e procuram no socialismo democrático a solução dos problemas nacionais e a resposta às exigências sociopolíticas do mundo contemporâneo.

 

2. O PS empenha-se em que a sociedade portuguesa seja organizada na base dos valores da liberdade, da igualdade e da solidariedade, e esteja aberta à diversidade, à iniciativa, à inovação e ao progresso.

 

3. O PS compromete-se com a defesa e a promoção dos direitos humanos e com a paz.

 

4. O PS considera primaciais a defesa dos direitos, liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos e o desenvolvimento da democracia política, na organização da sociedade.

 

5. O PS considera que a democratização é um processo contínuo, que se realiza em múltiplas dimensões, na organização política, na paridade entre os géneros, na vida cívica, económica, cultural e social.

 

6. O PS combate as desigualdades e discriminações fundadas em critérios de nascimento, sexo, orientação sexual, origem racial, fortuna, religião ou convicções, predisposição genética, ou quaisquer outras que não resultem da iniciativa e do mérito das pessoas, em condições de igualdade de direitos e oportunidades. O PS defende o princípio da equidade na promoção da justiça social.

 

7. O PS defende uma economia de bem-estar, aberta à pluralidade das iniciativas e das formas económicas privadas, públicas e sociais, e regulada pelo mercado e por instituições públicas adequadas.

 

8. O PS defende a independência do poder político face aos poderes económicos. É dever do Estado promover o interesse público e o bem comum, conduzir as estratégias de desenvolvimento nacional, garantir o quadro institucional favorável à criação e distribuição de riqueza, assegurar a provisão de infra-estruturas, bens e serviços de interesse geral, corrigir as desigualdades e falhas de mercado, arbitrar conflitos e agir em prol da coesão social e territorial.

 

9. Para o PS, o Estado de Bem-Estar, também chamado Estado Social ou Estado-Providência, representa uma conquista histórica das forças democráticas e um pilar indispensável da democracia e do desenvolvimento. A sua forma não é estática nem imune à crítica, antes carece de profunda reorganização, à luz dos novos desafios colocados pelas economias e sociedades do nosso tempo. Mas só é possível reorganizar o Estado de Bem-Estar se o defendermos e renovarmos, com determinação. As políticas para a promoção do trabalho, do emprego e do bem-estar, a protecção social, a redução de desigualdades e a justa repartição de rendimentos, constituem orientações essenciais para o Estado democrático, tal como o PS o concebe. Nestes termos, o PS defende que as políticas e os serviços públicos são essenciais ao desenvolvimento e à promoção da coesão social, em diferentes áreas, com particular destaque na provisão de serviços básicos e nos sectores sociais, educativos e culturais. A acessibilidade e a qualidade dos serviços públicos constituem uma responsabilidade indeclinável do Estado.

 

10. O PS entende que a prática da solidariedade e a promoção da integração social se fazem no quadro da efectivação dos direitos civis, políticos e sociais de que são titulares as mulheres e os homens. É a realização dos direitos que permite caminhar para uma sociedade solidária, que não pactue com a exclusão.

 

11. O PS assume como obrigação fundamental do Estado democrático assegurar plenamente as funções de soberania, garantindo nomeadamente o direito à segurança, o acesso à justiça, a coesão e a defesa nacional.

 

12. O PS assume a defesa do ambiente e a promoção do desenvolvimento sustentável, como elementos essenciais de políticas orientadas pelo princípio da precaução, informadas pelo cuidado com o nosso futuro comum e fundadas no respeito por nós próprios e pelas gerações vindouras.

 

13. O PS acredita que é preciso ser-se radical na defesa da democracia, como sistema político fundado nos direitos humanos, na soberania popular, no primado da lei e na livre competição entre ideias e programas, e como sistema social que se baseia na iniciativa das pessoas e valoriza a diversidade e a diferença, o encontro e o respeito mútuo entre gentes e culturas, a expressão criativa e a participação e inovação social. Para o PS, são prioritárias as reformas institucionais que favoreçam a participação democrática, aproximem dos cidadãos o Estado e a administração, melhorando o rigor, a eficiência e o sentido de serviço da sua acção, e aprofundem a descentralização administrativa, valorizando designadamente o poder local.

 

14. O PS apoia o desenvolvimento de acções que aprofundem a intervenção democrática dos trabalhadores na vida económica e social e a cooperação entre todos quantos, pelo trabalho, a iniciativa e o empreendimento, contribuem para a criação de riqueza e a promoção do bem-estar.

 

15. O PS afirma-se como um partido moderno e cosmopolita, que acredita que o espírito de iniciativa e empreendimento, a criatividade e a comunicação, a cultura humanista, científica e tecnológica, a livre circulação das pessoas, a troca de ideias, constituem ingredientes fundamentais da vida e do progresso colectivos.

 

16. O PS empenha-se no processo de construção e desenvolvimento da União Europeia, incluindo o aprofundamento da sua dimensão política, como consequência lógica e necessária do projecto colectivo de paz, bem-estar e solidariedade posto em marcha sobre os escombros a que a Segunda Grande Guerra havia reduzido o velho continente. O PS vê a construção europeia como uma referência para uma nova ordem mundial orientada pelos princípios da cooperação, do respeito mútuo, da solidariedade, do Direito e de uma relação sustentável entre o Homem e a Natureza.

 

17. O PS, criado na luta pela liberdade e pela democracia e membro do Partido Socialista Europeu e da Internacional Socialista, pugna por uma ordem internacional fundada na segurança e na paz, na democracia e no respeito pelos direitos humanos. Neste sentido, concebe a política externa e de defesa como instrumentos fundamentais para a defesa da independência e do interesse nacional e a afirmação de Portugal no mundo.

 

18. O PS bate-se por uma ordem económica internacional mais regulada e justa, pelo que é favorável a uma globalização eticamente informada e democraticamente controlada, que seja um factor de avanço social e estimule o desenvolvimento de todas as nações e povos, esbatendo as fronteiras entre Norte e Sul. Combate, por isso, as tendências para o domínio do mundo por poderes económicos que escapem ao controlo democrático e defende a organização de novas formas de regulação supranacional.

 

19. O PS não privilegia qualquer doutrina filosófica ou religiosa, reconhecendo aos seus membros inteira liberdade em matéria de opção doutrinária e ética de vida.

 

20. O PS é um partido republicano, que emana dos cidadãos. Por isso, concebe a acção política como tarefa colectiva de mobilização de pessoas e grupos para o projecto da plena realização da democracia e da afirmação dos ideais da liberdade, da igualdade e da solidariedade. Por isso, é um partido plural, coeso e fraterno, aberto à comunicação permanente com as diferentes organizações e correntes de opinião que fazem a riqueza da sociedade civil, e assente na intervenção social e cívica dos seus membros, militantes e simpatizantes, cidadãos livres e activos unidos pela ampla plataforma política da democracia e do socialismo democrático.


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Publicado por: alex às 17:33 de 30.03.06
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Esquema organizativo do PS

Partido Socialista:

Organização política dos cidadãos … que defendem inequivocamente a democracia e procuram no socialismo democrático a solução dos problemas nacionais e a resposta às exigências sociopolíticas do mundo contemporâneo. (- da Declaração de Princípios, aprovada pelo XIII Congresso)

 

·      Membro do PS: Cidadã/o que aceita Programa, Declaração de Princípios, Estatutos e Disciplina do Partido;…; tem capacidade eleitoral o membro com mais de 6 meses e quotas em dia;…

 

·      Órgãos: os órgãos deliberativos do Partido são eleitos (por 2 anos) através do sistema de representação proporcional pelo método da média mais alta de Hondt; e os órgãos executivos são eleitos (por 2 anos) pelo sistema maioritário, em lista completa com efectivos e suplentes em numero não superior aos efectivos, de entre os membros do órgão competente para a eleição.

 

Secção:

(residencial, sectorial ou cibersecção,) com o. mínimo de 15 membros, e constituída para a definição, execução e divulgação da orientação política do PS.

 

·      Assembleia Geral: órgão deliberativo, reúne de 6 em 6 meses, elege a Mesa (presidente e 2 secretários) e o Secretariado da Secção, participa nas eleições dos órgãos concelhios, federativos e nacionais, e aprova as candidaturas do PS às respectivas Assembleias de Freguesia, …

 

·      Secretariado: órgão executivo, com 5 a 9 elementos (o 1º da lista é o Secretário-Coordenador), é eleito pela Assembleia Geral, devendo as listas candidatas ser apresentadas à Mesa da Assembleia Geral até cinco dias antes da data marcada para a eleição, acompanhadas da aceitação das candidaturas.

 

Concelhia:

 

·      Comissão Política Concelhia (CPC): composta por 15 a 61 membros, eleitos pelos militantes inscritos na área do concelho, pelo Pres., … JS (1/10). – reúne de 3 em 3 meses…

 

·      Presidente da CPC: é o primeiro candidato da lista mais votada, sendo substituído, no caso de vacatura ou impedimento, pelo candidato imediatamente a seguir na ordem da lista.

 

·      Secretariado da Concelhia: órgão executivo da Concelhia, é constituído pelo seu Presidente e por 6 a 10 elementos eleitos pela CPC de entre os seus membros.

 

Federação:

 

·      Congresso da Federação: reúne de 2 em 2 anos, compreende os delegados (o quádruplo dos inerentes) eleitos pelos militantes das secções, com base em programas ou moções de orientação política, mais os inerentes (secretariado da Federação, presidentes,..).

 

·      Comissão Política da Federação: composta por um mínimo de 15 e um máximo de 71 membros eleitos directamente pelo Congresso, pelo sistema de listas completas, propostas pelo mínimo de 5% dos delegados ao Congresso, desde que não inferior a 15 delegados; mais JS (1/10),…

 

·      Presidente da Federação: é eleito pelo sistema de lista uninominal por sufrágio directo de todos os militantes da Federação de entre os candidatos propostos por 2% ou um mínimo de 80 daqueles militantes; esta eleição é simultanea com a eleição dos delegados ao Congresso.

 

·      Secretariado da Federação: órgão executivo, é constituído pelo Presidente da Federação e 7 a 15 membros eleitos em lista completa, pela Comissão Política da Federação, de entre os seus membros, sob proposta do Presidente.

 

·      Comissão Federativa de Jurisdição; Comissão Federativa de Fiscalização Económica;

 

·      Mesa do Congresso; Comissão de Honra; Comissão de Verificação de Poderes.

 

Nacional:

 

·      Congresso Nacional: reúne de 2 em 2 anos, sendo os delegados ao Congresso Nacional eleitos pelas Secções (o quádruplo dos inerentes), para eleger o Presidente do Partido, a Comissão Nacional, a Comissão Nacional de Jurisdição e a Comissão Nacional de Fiscalização Económica e Financeira.

 

·      Comissão Nacional: reúne de 4 em 4 meses, com 251 membros eleitos directamente pelo Congresso Nacional (em c.300), é o órgão deliberativo máximo do Partido entre Congressos e elege a Comissão Política Nacional.

 

·      Comissão Política Nacional (CPN): reúne de 3 em 3 semanas, com (c.85 sendo) 65 membros eleitos pela Comissão Nacional + secretariado + …

 

·      Secretário-Geral: é eleito pelo sistema de lista uninominal por sufrágio directo de todos os militantes de entre os candidatos propostos por um mínimo de 100 militantes; …; a eleição do Secretário-Geral realiza-se simultaneamente com a eleição dos delegados ao Congresso Nacional.

 

·      Presidente do Partido.

 

·      Secretariado Nacional: é o órgão executivo da CPN, é presidido pelo Secretário-Geral, e é composto por 11 membros eleitos por maioria, através do sistema de lista completa, pela Comissão Política Nacional, sob proposta do Secretário-Geral.; + 5…inerentes.

 

·      Comissão Nacional de Jurisdição.

 

·      Comissão Nacional de Fiscalização Económica e Financeira.

 

(fonte: Estatutos aprovados em 11 Janeiro 2002 e Declaração de Princípios)

 

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Pauliteiros de Palaçoulo

Posté par goalexandre le 11 juillet 2009

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quem é: José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa

Posté par goalexandre le 19 avril 2009

 

 

http://www./fr/content/partis-membres-du-pse

José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa

José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa

José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa est né à Vilar de Macada en 1957. Après un diplôme d’ingénieur civil, il termine son post-graduat en ingénierie de la santé, à l’Ecole nationale de santé publique.

Il devient membre du Partido Socialista en1981 et est élu député à l’Assemblée portugaise une première fois en 1987, à l’âge de 30 ans.

En 1991, il devient membre du secrétariat national du Parti socialiste et porte-parole dans le domaine de l’environnement. Lors du retour des socialistes au pouvoir en 1995, sous la direction d’Antonio Guterres,

José Sócrates continue sa percée dans le parti et devient titulaire d’une série de portefeuilles au sein du gouvernement.

Il est d’abord secrétaire d’état au ministère de l’environnement (1995-1997), puis ministre adjoint au premier ministre (1997-1999) et d’octobre 1999 à avril 2002, il est ministre de l’Environnement. José Socrates est député au parlement portugais depuis 2002.

En septembre 2004, il est élu secrétaire général du Parti socialiste, remportant les élections internes au sein du Parti socialiste portugais lors du premier tour, avec un taux sans appel de 80% des voix.


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