partido socialista secçao de paris

Posté par goalexandre le 2 janvier 2010

boa tarde a todos e todas

 

os socialistas a paris e ile de france
 

http://psportuguesdeparis.vpweb.fr/de

Partido Socialista Português  - Secção de Paris

Paris é a terceira cidade de Portugal 

 

É por Paris ser a terceira cidade do Mundo onde residem mais Portugueses, e que muitos milhares são Socialistas, que a Secção de Paris do Partido Socialista Português decidiu abrir este site, para os informar e os acolher. Aqui saberão as últimas noticias e informações de politica geral, as novidades sobre os nossos trabalhos e projectos, à medida que estes forem avançando, bem como as datas das nossas reuniões e as moradas das reuniões públicas, para as quais estão desde já convidados.A cidadania e a política andam de mãos dadas e ambas fazem parte do dia a dia de cada cidadão. 

 

Esperamos o vosso contacto! 

Aguardamos a vossa visita!  

 

Mensagem do Secretário Coordenador da Secção de Paris:

 

partido socialista  secçao de paris  dans actualidades

 

Caros camaradas, caros amigos,

 

Já está, de 2009 não se fala mais, ou então será para lembrar tantas coisas que mais vale esquecer!

No entanto há que ter esperança e vontade, pois temos agora uma enorme oportunidade, (365 dias), de contribuir nas mudanças que entendemos ser as melhores para Portugal.

Para isso é simples: BASTA PARTICIPAR!

 

 dans cultura portuguesaQue 2010 seja par todos vós, vossas famílias e amigos o ano onde só tenham que gerir a Paz, o Amor e a Felicidade.

 

 

Aurélio Pinto, 1/01/2010

 

 

Vamos Ver: 

 

Como apoiar o PS

História do PS

Socialistas de Portugal e do Mundo

Site oficial do PS Português

História do25 de Abril de 1974

Comemorações do centenário de Manuel Tito de Morais

António Costa

Como aderir ao PS

Secção do ps francês de St. Denis 

Paris é a terceira cidade de Portugal 

 

É por Paris ser a terceira cidde do Mundo onde residem mais Portugueses, e que muitos milhares são Socialistas, que a Secção de Paris do Partido Socialista Português decidiu abrir este site, para os informar e os acolher. Aqui saberão as últimas noticias e informações de politica geral, as novidades sobre os nossos trabalhos e projectos, à medida que estes forem avançando, bem como as datas das nossas reuniões e as moradas das reuniões públicas, para as quais estão desde já convidados.A cidadania e a política andam de mãos dadas e ambas fazem parte do dia a dia de cada cidadão. 

 

Esperamos o vosso contacto! 

Aguardamos a vossa visita!  

 

Mensagem do Secretá

fault.html 

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Comemorações do centenário de Manuel Tito de Morais

Posté par goalexandre le 2 janvier 2010

TITO de MORAIS

 

 

Comemorações do centenário de Manuel Tito de Morais

 

 

Comemorações do centenário de Manuel Tito de Morais dans actualidades0000250261csupload4576306.png

Manuel Tito de Morais, fundador e ex presidente honorário do PS, faria cem anos

em 28 de Junho de 2010. Para assinalar essa data foi constituída, em Lisboa, a Comissão das Comemorações do Centenário de Manuel Tito de Morais, que reúne mensalmente na sede nacional do partido, no Largo do Rato, para organizar e coordenar as diversas iniciativas que serão levadas a cabo.

A Comissão apela às secções do PS e da JS de todo o país para organizarem os diversos eventos ao longo do ano de 2010 destinados a recordar a figura ímpar

 

de Tito de Morais como fundador do Partido Socialista, antifascista e obreiro da democracia.

 

Manuel Tito de Morais iniciou a sua actividade política aos 16 anos numa greve

estudantil no Liceu Camões. Em 1945, aderiu ao Movimento de Unidade Democrática (MUD) de que seria membro da Comissão Central, tendo sido preso dois anos depois.

 

Despedido do seu emprego por razões políticas, viu-se obrigado a partir para Angola, onde continuou a luta pelos seus ideais democráticos.

Aí seria preso de novo em 1961, quando eclodiu a Guerra Colonial.

Enviado, sob prisão, para Lisboa, seria libertado no aeroporto. De novo sem emprego, dirige-se agora para o estrangeiro.

França, Alemanha, Brasil, Argélia e Itália foram países onde militou activamente nos

movimentos unitários da oposição.

 

Em Roma, como representante da Acção Socialista Portuguesa (ASP) foi o fundador e primeiro director do jornal “Portugal Socialista”, que constituiu uma enorme mais-valia para a organização e mobilização dos socialistas portugueses no interior e exterior, que levaria à constituição do Partido Socialista em 1973, na Alemanha.

 

Após a Revolução de 25 de Abril de 1974, Manuel Tito de Morais empenhou-se na

organização interna do Partido Socialista e, em 1975, foi eleito deputado por Viana do Castelo à Constituinte.

Foi deputado durante várias legislaturas e presidente da Assembleia da República em 1983/84, com um intervalo durante o VI Governo Provisório e o I Governo Constitucional, em que desempenhou as funções de secretário de Estado da População e Emprego.

 

Toda esta actividade decorreu a par de uma grande militância partidária nos diversos órgãos dirigentes do partido, sendo presidente do PS entre 1986 e 1988 e depois presidente honorário até à sua morte em 1999.

Os camaradas interessados em participar e colaborar com a Comissão poderão contactar Carolina Tito de Morais – 960477657  – ctitomorais@sapo.pt e Maria José Gama 966081997 – mjcgama@gmail.com.

In – Acção Socialista – R.S.A.

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Posté par goalexandre le 22 août 2009

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Historia do PS – Vídeo difundido no XVI Congresso do Partido Socialista

Posté par goalexandre le 29 juillet 2009

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declaraçao de ^principios do ps

Posté par goalexandre le 23 juillet 2009

 

Declaração de Princípios do PS

Declaração de Princípios do P.S.

(Cabeçalhos do texto definitivo ratificado em reunião da Comissão Nacional de 11 de Janeiro de 2003, por incumbência do XIII Congresso que a ela o endossou.)

 

1. O Partido Socialista é a organização política dos cidadãos portugueses e dos outros cidadãos residentes em Portugal que defendem inequivocamente a democracia e procuram no socialismo democrático a solução dos problemas nacionais e a resposta às exigências sociopolíticas do mundo contemporâneo.

 

2. O PS empenha-se em que a sociedade portuguesa seja organizada na base dos valores da liberdade, da igualdade e da solidariedade, e esteja aberta à diversidade, à iniciativa, à inovação e ao progresso.

 

3. O PS compromete-se com a defesa e a promoção dos direitos humanos e com a paz.

 

4. O PS considera primaciais a defesa dos direitos, liberdades e garantias fundamentais dos cidadãos e o desenvolvimento da democracia política, na organização da sociedade.

 

5. O PS considera que a democratização é um processo contínuo, que se realiza em múltiplas dimensões, na organização política, na paridade entre os géneros, na vida cívica, económica, cultural e social.

 

6. O PS combate as desigualdades e discriminações fundadas em critérios de nascimento, sexo, orientação sexual, origem racial, fortuna, religião ou convicções, predisposição genética, ou quaisquer outras que não resultem da iniciativa e do mérito das pessoas, em condições de igualdade de direitos e oportunidades. O PS defende o princípio da equidade na promoção da justiça social.

 

7. O PS defende uma economia de bem-estar, aberta à pluralidade das iniciativas e das formas económicas privadas, públicas e sociais, e regulada pelo mercado e por instituições públicas adequadas.

 

8. O PS defende a independência do poder político face aos poderes económicos. É dever do Estado promover o interesse público e o bem comum, conduzir as estratégias de desenvolvimento nacional, garantir o quadro institucional favorável à criação e distribuição de riqueza, assegurar a provisão de infra-estruturas, bens e serviços de interesse geral, corrigir as desigualdades e falhas de mercado, arbitrar conflitos e agir em prol da coesão social e territorial.

 

9. Para o PS, o Estado de Bem-Estar, também chamado Estado Social ou Estado-Providência, representa uma conquista histórica das forças democráticas e um pilar indispensável da democracia e do desenvolvimento. A sua forma não é estática nem imune à crítica, antes carece de profunda reorganização, à luz dos novos desafios colocados pelas economias e sociedades do nosso tempo. Mas só é possível reorganizar o Estado de Bem-Estar se o defendermos e renovarmos, com determinação. As políticas para a promoção do trabalho, do emprego e do bem-estar, a protecção social, a redução de desigualdades e a justa repartição de rendimentos, constituem orientações essenciais para o Estado democrático, tal como o PS o concebe. Nestes termos, o PS defende que as políticas e os serviços públicos são essenciais ao desenvolvimento e à promoção da coesão social, em diferentes áreas, com particular destaque na provisão de serviços básicos e nos sectores sociais, educativos e culturais. A acessibilidade e a qualidade dos serviços públicos constituem uma responsabilidade indeclinável do Estado.

 

10. O PS entende que a prática da solidariedade e a promoção da integração social se fazem no quadro da efectivação dos direitos civis, políticos e sociais de que são titulares as mulheres e os homens. É a realização dos direitos que permite caminhar para uma sociedade solidária, que não pactue com a exclusão.

 

11. O PS assume como obrigação fundamental do Estado democrático assegurar plenamente as funções de soberania, garantindo nomeadamente o direito à segurança, o acesso à justiça, a coesão e a defesa nacional.

 

12. O PS assume a defesa do ambiente e a promoção do desenvolvimento sustentável, como elementos essenciais de políticas orientadas pelo princípio da precaução, informadas pelo cuidado com o nosso futuro comum e fundadas no respeito por nós próprios e pelas gerações vindouras.

 

13. O PS acredita que é preciso ser-se radical na defesa da democracia, como sistema político fundado nos direitos humanos, na soberania popular, no primado da lei e na livre competição entre ideias e programas, e como sistema social que se baseia na iniciativa das pessoas e valoriza a diversidade e a diferença, o encontro e o respeito mútuo entre gentes e culturas, a expressão criativa e a participação e inovação social. Para o PS, são prioritárias as reformas institucionais que favoreçam a participação democrática, aproximem dos cidadãos o Estado e a administração, melhorando o rigor, a eficiência e o sentido de serviço da sua acção, e aprofundem a descentralização administrativa, valorizando designadamente o poder local.

 

14. O PS apoia o desenvolvimento de acções que aprofundem a intervenção democrática dos trabalhadores na vida económica e social e a cooperação entre todos quantos, pelo trabalho, a iniciativa e o empreendimento, contribuem para a criação de riqueza e a promoção do bem-estar.

 

15. O PS afirma-se como um partido moderno e cosmopolita, que acredita que o espírito de iniciativa e empreendimento, a criatividade e a comunicação, a cultura humanista, científica e tecnológica, a livre circulação das pessoas, a troca de ideias, constituem ingredientes fundamentais da vida e do progresso colectivos.

 

16. O PS empenha-se no processo de construção e desenvolvimento da União Europeia, incluindo o aprofundamento da sua dimensão política, como consequência lógica e necessária do projecto colectivo de paz, bem-estar e solidariedade posto em marcha sobre os escombros a que a Segunda Grande Guerra havia reduzido o velho continente. O PS vê a construção europeia como uma referência para uma nova ordem mundial orientada pelos princípios da cooperação, do respeito mútuo, da solidariedade, do Direito e de uma relação sustentável entre o Homem e a Natureza.

 

17. O PS, criado na luta pela liberdade e pela democracia e membro do Partido Socialista Europeu e da Internacional Socialista, pugna por uma ordem internacional fundada na segurança e na paz, na democracia e no respeito pelos direitos humanos. Neste sentido, concebe a política externa e de defesa como instrumentos fundamentais para a defesa da independência e do interesse nacional e a afirmação de Portugal no mundo.

 

18. O PS bate-se por uma ordem económica internacional mais regulada e justa, pelo que é favorável a uma globalização eticamente informada e democraticamente controlada, que seja um factor de avanço social e estimule o desenvolvimento de todas as nações e povos, esbatendo as fronteiras entre Norte e Sul. Combate, por isso, as tendências para o domínio do mundo por poderes económicos que escapem ao controlo democrático e defende a organização de novas formas de regulação supranacional.

 

19. O PS não privilegia qualquer doutrina filosófica ou religiosa, reconhecendo aos seus membros inteira liberdade em matéria de opção doutrinária e ética de vida.

 

20. O PS é um partido republicano, que emana dos cidadãos. Por isso, concebe a acção política como tarefa colectiva de mobilização de pessoas e grupos para o projecto da plena realização da democracia e da afirmação dos ideais da liberdade, da igualdade e da solidariedade. Por isso, é um partido plural, coeso e fraterno, aberto à comunicação permanente com as diferentes organizações e correntes de opinião que fazem a riqueza da sociedade civil, e assente na intervenção social e cívica dos seus membros, militantes e simpatizantes, cidadãos livres e activos unidos pela ampla plataforma política da democracia e do socialismo democrático.


TEMAS:


Publicado por: alex às 17:33 de 30.03.06
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Esquema organizativo do PS

Partido Socialista:

Organização política dos cidadãos … que defendem inequivocamente a democracia e procuram no socialismo democrático a solução dos problemas nacionais e a resposta às exigências sociopolíticas do mundo contemporâneo. (- da Declaração de Princípios, aprovada pelo XIII Congresso)

 

·      Membro do PS: Cidadã/o que aceita Programa, Declaração de Princípios, Estatutos e Disciplina do Partido;…; tem capacidade eleitoral o membro com mais de 6 meses e quotas em dia;…

 

·      Órgãos: os órgãos deliberativos do Partido são eleitos (por 2 anos) através do sistema de representação proporcional pelo método da média mais alta de Hondt; e os órgãos executivos são eleitos (por 2 anos) pelo sistema maioritário, em lista completa com efectivos e suplentes em numero não superior aos efectivos, de entre os membros do órgão competente para a eleição.

 

Secção:

(residencial, sectorial ou cibersecção,) com o. mínimo de 15 membros, e constituída para a definição, execução e divulgação da orientação política do PS.

 

·      Assembleia Geral: órgão deliberativo, reúne de 6 em 6 meses, elege a Mesa (presidente e 2 secretários) e o Secretariado da Secção, participa nas eleições dos órgãos concelhios, federativos e nacionais, e aprova as candidaturas do PS às respectivas Assembleias de Freguesia, …

 

·      Secretariado: órgão executivo, com 5 a 9 elementos (o 1º da lista é o Secretário-Coordenador), é eleito pela Assembleia Geral, devendo as listas candidatas ser apresentadas à Mesa da Assembleia Geral até cinco dias antes da data marcada para a eleição, acompanhadas da aceitação das candidaturas.

 

Concelhia:

 

·      Comissão Política Concelhia (CPC): composta por 15 a 61 membros, eleitos pelos militantes inscritos na área do concelho, pelo Pres., … JS (1/10). – reúne de 3 em 3 meses…

 

·      Presidente da CPC: é o primeiro candidato da lista mais votada, sendo substituído, no caso de vacatura ou impedimento, pelo candidato imediatamente a seguir na ordem da lista.

 

·      Secretariado da Concelhia: órgão executivo da Concelhia, é constituído pelo seu Presidente e por 6 a 10 elementos eleitos pela CPC de entre os seus membros.

 

Federação:

 

·      Congresso da Federação: reúne de 2 em 2 anos, compreende os delegados (o quádruplo dos inerentes) eleitos pelos militantes das secções, com base em programas ou moções de orientação política, mais os inerentes (secretariado da Federação, presidentes,..).

 

·      Comissão Política da Federação: composta por um mínimo de 15 e um máximo de 71 membros eleitos directamente pelo Congresso, pelo sistema de listas completas, propostas pelo mínimo de 5% dos delegados ao Congresso, desde que não inferior a 15 delegados; mais JS (1/10),…

 

·      Presidente da Federação: é eleito pelo sistema de lista uninominal por sufrágio directo de todos os militantes da Federação de entre os candidatos propostos por 2% ou um mínimo de 80 daqueles militantes; esta eleição é simultanea com a eleição dos delegados ao Congresso.

 

·      Secretariado da Federação: órgão executivo, é constituído pelo Presidente da Federação e 7 a 15 membros eleitos em lista completa, pela Comissão Política da Federação, de entre os seus membros, sob proposta do Presidente.

 

·      Comissão Federativa de Jurisdição; Comissão Federativa de Fiscalização Económica;

 

·      Mesa do Congresso; Comissão de Honra; Comissão de Verificação de Poderes.

 

Nacional:

 

·      Congresso Nacional: reúne de 2 em 2 anos, sendo os delegados ao Congresso Nacional eleitos pelas Secções (o quádruplo dos inerentes), para eleger o Presidente do Partido, a Comissão Nacional, a Comissão Nacional de Jurisdição e a Comissão Nacional de Fiscalização Económica e Financeira.

 

·      Comissão Nacional: reúne de 4 em 4 meses, com 251 membros eleitos directamente pelo Congresso Nacional (em c.300), é o órgão deliberativo máximo do Partido entre Congressos e elege a Comissão Política Nacional.

 

·      Comissão Política Nacional (CPN): reúne de 3 em 3 semanas, com (c.85 sendo) 65 membros eleitos pela Comissão Nacional + secretariado + …

 

·      Secretário-Geral: é eleito pelo sistema de lista uninominal por sufrágio directo de todos os militantes de entre os candidatos propostos por um mínimo de 100 militantes; …; a eleição do Secretário-Geral realiza-se simultaneamente com a eleição dos delegados ao Congresso Nacional.

 

·      Presidente do Partido.

 

·      Secretariado Nacional: é o órgão executivo da CPN, é presidido pelo Secretário-Geral, e é composto por 11 membros eleitos por maioria, através do sistema de lista completa, pela Comissão Política Nacional, sob proposta do Secretário-Geral.; + 5…inerentes.

 

·      Comissão Nacional de Jurisdição.

 

·      Comissão Nacional de Fiscalização Económica e Financeira.

 

(fonte: Estatutos aprovados em 11 Janeiro 2002 e Declaração de Princípios)

 

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socialistas portugueses em europa

Posté par goalexandre le 19 avril 2009

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Eleições para o Parlamento Europeu: pelo reforço do projecto europeu

Posté par goalexandre le 18 avril 2009

 

http://www.socrates2009.pt/Menu/Vencer2009/IV2–Eleicoes-para-o-Parlamento-Europeu–pelo-refo.aspx 

2. Eleições para o Parlamento Europeu: pelo reforço do projecto europeu

As eleições europeias, que terão lugar no próximo mês de Junho, acontecem num momento crítico para o futuro do projecto europeu.

A actual crise financeira e económica internacional só veio reforçar ainda mais a necessidade de uma Europa mais forte:

• Uma Europa capaz de coordenar e implementar respostas consistentes e eficazes para superar a recessão e relançar a economia;

• Uma Europa capaz de desempenhar um papel decisivo na construção de uma nova ordem financeira global e capaz de encontrar o caminho de uma regulação mais eficaz do próprio sistema financeiro europeu;

• Uma Europa capaz de concretizar a ambição da Estratégia de Lisboa, que traça o rumo para uma Europa mais competitiva e solidária e continua a ser a melhor resposta europeia aos desafios da globalização;

• Uma Europa capaz de colocar as pessoas no centro das suas preocupações e assegurar o futuro e a renovação do chamado “modelo social europeu”, em direcção a uma nova Europa Social;

• Uma Europa capaz de promover a igualdade de oportunidades e a igualdade de género, bem como de combater a violência doméstica e todo o tipo de discriminações;

• Uma Europa capaz de estabelecer um Pacto Europeu para o Progresso Social e desenvolver uma política de imigração mais eficaz, mais humana e mais justa;

• Uma Europa capaz de concretizar uma estratégia de ambição para a sustentabilidade energética e de manter a liderança na agenda ambiental e no combate às alterações climáticas;

• Uma Europa capaz de se afirmar no Mundo como bloco político ao serviço da paz, do direito internacional, do multilateralismo, dos direitos humanos e da cooperação para o desenvolvimento; enfim,

• Uma Europa capaz de aproveitar a oportunidade da nova administração norte-americana de Barack Obama para relançar, em novos moldes, as relações transatlânticas e a cooperação estratégica entre a Europa e os Estados Unidos da América.

Este ideal de uma Europa mais forte, mais coesa e mais prestigiada implica, contudo, a urgente superação do impasse institucional que ainda persiste. Para isso, é absolutamente fundamental a rápida entrada em vigor do Tratado de Lisboa, concluído durante a Presidência Portuguesa da União Europeia. O Tratado de Lisboa continua a ser, sem qualquer dúvida, o maior e o melhor denominador comum para a resolução dos problemas institucionais e políticos da governação da Europa.

Os portugueses sabem que o Partido Socialista é, verdadeiramente, o partido da Europa, o partido do grande projecto europeu. Foi com Mário Soares que Portugal pediu e concretizou a adesão à União Europeia. Foi com António Guterres que Portugal conseguiu a adesão ao Euro e a Europa ganhou a Estratégia de Lisboa. Foi com José Sócrates e com o reconhecido sucesso da última Presidência Portuguesa, que o Tratado de Lisboa se tornou o novo alicerce de toda a construção europeia.

O ideal europeu sempre constituiu uma marca na identidade do PS – mas sempre constituiu também uma fronteira de demarcação, em particular face às forças políticas à nossa esquerda, seja da esquerda comunista, seja da extrema-esquerda. Também aqui, esses “partidos de protesto” preferiram sempre ficar à margem e nunca quiseram verdadeiramente contribuir para a construção do projecto europeu, com tudo o que ele representa como projecto de paz, de prosperidade, de qualidade de vida e de igualdade de oportunidades para Portugal e para os povos da Europa. Não é possível disfarçar estas diferenças: os portugueses devem votar nas próximas eleições europeias com perfeita consciência de quem é que na esquerda está seriamente empenhado na Europa, para fazer avançar o projecto europeu e quem é que na esquerda está apenas emboscado na Europa, para sistematicamente combater qualquer avanço, mínimo que seja, do projecto europeu.

O PS disputará as próximas eleições europeias com a máxima convicção, apresentando uma lista forte, para ganhar. Daremos conta do excelente trabalho desenvolvido no Parlamento Europeu pelos Eurodeputados portugueses eleitos pelo PS, valorizaremos a nossa inserção no Partido dos Socialistas Europeus (PSE) e, sobretudo, empunharemos a bandeira do projecto europeu em que sempre acreditámos e de que Portugal, a Europa e o Mundo tanto precisam – e hoje mais do que nunca.

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PS abre delegação em Caracas Partido Socialista elegeu também o secretariado daquela secção que

Posté par goalexandre le 12 avril 2009

Venezuela: PS abre delegação em Caracas

Partido Socialista elegeu também o secretariado daquela secção que

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  • Visita oficial de Hugo Chávez a Portugal (João Relvas/LUSA)

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O Partido Socialista português abriu a primeira representação em Caracas e elegeu o Secretariado daquela secção que conta com 25 militantes, revelaram à Agência Lusa os deputados da Assembleia da República, Paulo Pisco e Glória Araújo, escreve a Lusa. Para dirigir o Secretariado da secção local do PS, foi eleito o empresário e conselheiro das comunidades portuguesas, Paulo Jorge. O acto teve lugar num restaurante de Caracas e coincidiu com a deslocação à Venezuela daqueles dois deputados como observadores do referendo de domingo.

Paulo Pisco salientou a importância da criação desta Secção para o seu Partido «o que acontece pela primeira vez na nossa história».

«Na medida das nossas possibilidades, o Partido Socialista está ao dispor da nossa comunidade e está aqui para que a comunidade possa rever-se no PS. Queremos que a comunidade possa contar connosco, porque nós também contamos com a nossa comunidade aqui», acrescentou.

Governo português atento

Em declarações à Agência Lusa, ao ser interrogado sobre as preocupações da comunidade em matérias como a insegurança, as fiscalizações e o ambiente político, Paulo Pisco salientou que «a nossa comunidade já percebeu que o Governo português está muito atento e procura sempre ter alguma palavra a dizer, alguma intervenção a fazer quando se trata da defesa dos interesses dos portugueses».

«Da nossa parte, da parte do PS aqui, o que podemos é fazer também eco dessas expectativas e inquietações e, na medida do possível, dar o nosso apoio para que a comunidade possa resolver melhor os seus problemas», disse.

Fortalecimento de laços

No seu entender «todo o fortalecimento de laços, sejam eles económicos, culturais ou políticos, é um bom contributo para ajudar a comunidade porque significa que se abrem canais de comunicação, canais de diálogo que são importantes para que haja interlocutores».

A deputada Glória Araújo defendeu que a constituição da Secção do PS na Venezuela «reconhece o valor e a contribuição que a comunidade tem dado neste país».

No seu entender, «esta será uma das secções mais activas do PS no estrangeiro», depois de «uma longa batalha para a conseguir».

«Todos os cidadãos têm sempre a ganhar quando têm qualquer tipo de actividade política seja ela a militância ou não», comentou ainda a deputada.

«Socialismo democrático»

Na ocasião, Glória Araújo usou a expressão «socialismo democrático» e, ao ser interrogada sobre se existem muitos socialismos, explicou que «cada país interpreta as ideologias moldadas à sua própria expressão cultural, áquilo que é a forma de viver do seu povo, áquilo que são as suas vontades, os seus objectivos de vida».

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Sócrates repudia gravação difamatória divulgada pela TVI

Posté par goalexandre le 7 avril 2009

 

 

copiez/collez

http://phplist.ps.pt/listas/uploadimages/asNaHora/nahora.pdf

 

Sócrates repudia gravação
difamatória divulgada pela TVI
As afirmações contidas                                                Sócrates repudia gravação difamatória divulgada pela TVI dans actualidades moz-screenshot-2moz-screenshot-3 dans cultura portuguesamoz-screenshot-4 dans Estatutos do Partido Socialista
na gravação divulgada
pela TVI na qual se procurava
envolver o nome de
José Sócrates no chamado
caso Freeport são “completamente
falsas, inventadas e
injuriosas”.
A garantia é dada pelo
próprio secretário-geral do
PS e primeiro-ministro num
comunicado datado de 27 de
Março, onde também adianta
ter dado orientações ao
seu advogado para que este
aja judicialmente “contra os
autores desta difamação”.
“No que me diz respeito,
essas afirmações são completamente
falsas, inventadas
e injuriosas”, escreve
José Sócrates, reafirmando
de seguida que não conhece
Charles Smith, “nem
nenhum dos promotores
do empreendimento Freeport”.
“Quero repudiar, com
veemência, todas as referências
que procuram envolver-
me, directa ou indirectamente,
em qualquer
comportamento ilícito, ou
menos próprio, a propósito
do caso Freeport”, refere
ainda o comunicado assinado
por Sócrates. M.R.

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orçamento do estdo

Posté par goalexandre le 11 décembre 2008

boa noite  a todos e todas

 

video do partido socialista ^portugues

 http://www.ps.pt/

http://www.ps.pt/index.php?option=com_content&task=view&id=1002&Itemid=26

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