quem é: José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa

Posté par goalexandre le 19 avril 2009

 

 

http://www./fr/content/partis-membres-du-pse

José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa

José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa

José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa est né à Vilar de Macada en 1957. Après un diplôme d’ingénieur civil, il termine son post-graduat en ingénierie de la santé, à l’Ecole nationale de santé publique.

Il devient membre du Partido Socialista en1981 et est élu député à l’Assemblée portugaise une première fois en 1987, à l’âge de 30 ans.

En 1991, il devient membre du secrétariat national du Parti socialiste et porte-parole dans le domaine de l’environnement. Lors du retour des socialistes au pouvoir en 1995, sous la direction d’Antonio Guterres,

José Sócrates continue sa percée dans le parti et devient titulaire d’une série de portefeuilles au sein du gouvernement.

Il est d’abord secrétaire d’état au ministère de l’environnement (1995-1997), puis ministre adjoint au premier ministre (1997-1999) et d’octobre 1999 à avril 2002, il est ministre de l’Environnement. José Socrates est député au parlement portugais depuis 2002.

En septembre 2004, il est élu secrétaire général du Parti socialiste, remportant les élections internes au sein du Parti socialiste portugais lors du premier tour, avec un taux sans appel de 80% des voix.


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socialistas portugueses em europa

Posté par goalexandre le 19 avril 2009

http://www.delegptpse.eu/pspe/main.phpS
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Eurolat aprova resolução política de Manuel dos Santos com recomendações para superar a crise 17 de Abril 2009
Eurolat aprova resolução política de Manuel dos Santos com recomendações para superar a crise

« Um assinalável sucesso », foi desta forma que o Deputado Manuel dos Santos classificou a aprovação por parte da Assembleia Parlamentar Euro-Latina-americana (Eurolat) de um projecto de resolução urgente sobre a crise financeira actual. Com efeito, o (…)

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Direitos à maternidade e à paternidade na UE reforçados com aprovação do Relatório de Edite Estrela16 de Abril 2009
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Eleições para o Parlamento Europeu: pelo reforço do projecto europeu

Posté par goalexandre le 18 avril 2009

 

http://www.socrates2009.pt/Menu/Vencer2009/IV2–Eleicoes-para-o-Parlamento-Europeu–pelo-refo.aspx 

2. Eleições para o Parlamento Europeu: pelo reforço do projecto europeu

As eleições europeias, que terão lugar no próximo mês de Junho, acontecem num momento crítico para o futuro do projecto europeu.

A actual crise financeira e económica internacional só veio reforçar ainda mais a necessidade de uma Europa mais forte:

• Uma Europa capaz de coordenar e implementar respostas consistentes e eficazes para superar a recessão e relançar a economia;

• Uma Europa capaz de desempenhar um papel decisivo na construção de uma nova ordem financeira global e capaz de encontrar o caminho de uma regulação mais eficaz do próprio sistema financeiro europeu;

• Uma Europa capaz de concretizar a ambição da Estratégia de Lisboa, que traça o rumo para uma Europa mais competitiva e solidária e continua a ser a melhor resposta europeia aos desafios da globalização;

• Uma Europa capaz de colocar as pessoas no centro das suas preocupações e assegurar o futuro e a renovação do chamado “modelo social europeu”, em direcção a uma nova Europa Social;

• Uma Europa capaz de promover a igualdade de oportunidades e a igualdade de género, bem como de combater a violência doméstica e todo o tipo de discriminações;

• Uma Europa capaz de estabelecer um Pacto Europeu para o Progresso Social e desenvolver uma política de imigração mais eficaz, mais humana e mais justa;

• Uma Europa capaz de concretizar uma estratégia de ambição para a sustentabilidade energética e de manter a liderança na agenda ambiental e no combate às alterações climáticas;

• Uma Europa capaz de se afirmar no Mundo como bloco político ao serviço da paz, do direito internacional, do multilateralismo, dos direitos humanos e da cooperação para o desenvolvimento; enfim,

• Uma Europa capaz de aproveitar a oportunidade da nova administração norte-americana de Barack Obama para relançar, em novos moldes, as relações transatlânticas e a cooperação estratégica entre a Europa e os Estados Unidos da América.

Este ideal de uma Europa mais forte, mais coesa e mais prestigiada implica, contudo, a urgente superação do impasse institucional que ainda persiste. Para isso, é absolutamente fundamental a rápida entrada em vigor do Tratado de Lisboa, concluído durante a Presidência Portuguesa da União Europeia. O Tratado de Lisboa continua a ser, sem qualquer dúvida, o maior e o melhor denominador comum para a resolução dos problemas institucionais e políticos da governação da Europa.

Os portugueses sabem que o Partido Socialista é, verdadeiramente, o partido da Europa, o partido do grande projecto europeu. Foi com Mário Soares que Portugal pediu e concretizou a adesão à União Europeia. Foi com António Guterres que Portugal conseguiu a adesão ao Euro e a Europa ganhou a Estratégia de Lisboa. Foi com José Sócrates e com o reconhecido sucesso da última Presidência Portuguesa, que o Tratado de Lisboa se tornou o novo alicerce de toda a construção europeia.

O ideal europeu sempre constituiu uma marca na identidade do PS – mas sempre constituiu também uma fronteira de demarcação, em particular face às forças políticas à nossa esquerda, seja da esquerda comunista, seja da extrema-esquerda. Também aqui, esses “partidos de protesto” preferiram sempre ficar à margem e nunca quiseram verdadeiramente contribuir para a construção do projecto europeu, com tudo o que ele representa como projecto de paz, de prosperidade, de qualidade de vida e de igualdade de oportunidades para Portugal e para os povos da Europa. Não é possível disfarçar estas diferenças: os portugueses devem votar nas próximas eleições europeias com perfeita consciência de quem é que na esquerda está seriamente empenhado na Europa, para fazer avançar o projecto europeu e quem é que na esquerda está apenas emboscado na Europa, para sistematicamente combater qualquer avanço, mínimo que seja, do projecto europeu.

O PS disputará as próximas eleições europeias com a máxima convicção, apresentando uma lista forte, para ganhar. Daremos conta do excelente trabalho desenvolvido no Parlamento Europeu pelos Eurodeputados portugueses eleitos pelo PS, valorizaremos a nossa inserção no Partido dos Socialistas Europeus (PSE) e, sobretudo, empunharemos a bandeira do projecto europeu em que sempre acreditámos e de que Portugal, a Europa e o Mundo tanto precisam – e hoje mais do que nunca.

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PS abre delegação em Caracas Partido Socialista elegeu também o secretariado daquela secção que

Posté par goalexandre le 12 avril 2009

Venezuela: PS abre delegação em Caracas

Partido Socialista elegeu também o secretariado daquela secção que

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  • Visita oficial de Hugo Chávez a Portugal (João Relvas/LUSA)

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O Partido Socialista português abriu a primeira representação em Caracas e elegeu o Secretariado daquela secção que conta com 25 militantes, revelaram à Agência Lusa os deputados da Assembleia da República, Paulo Pisco e Glória Araújo, escreve a Lusa. Para dirigir o Secretariado da secção local do PS, foi eleito o empresário e conselheiro das comunidades portuguesas, Paulo Jorge. O acto teve lugar num restaurante de Caracas e coincidiu com a deslocação à Venezuela daqueles dois deputados como observadores do referendo de domingo.

Paulo Pisco salientou a importância da criação desta Secção para o seu Partido «o que acontece pela primeira vez na nossa história».

«Na medida das nossas possibilidades, o Partido Socialista está ao dispor da nossa comunidade e está aqui para que a comunidade possa rever-se no PS. Queremos que a comunidade possa contar connosco, porque nós também contamos com a nossa comunidade aqui», acrescentou.

Governo português atento

Em declarações à Agência Lusa, ao ser interrogado sobre as preocupações da comunidade em matérias como a insegurança, as fiscalizações e o ambiente político, Paulo Pisco salientou que «a nossa comunidade já percebeu que o Governo português está muito atento e procura sempre ter alguma palavra a dizer, alguma intervenção a fazer quando se trata da defesa dos interesses dos portugueses».

«Da nossa parte, da parte do PS aqui, o que podemos é fazer também eco dessas expectativas e inquietações e, na medida do possível, dar o nosso apoio para que a comunidade possa resolver melhor os seus problemas», disse.

Fortalecimento de laços

No seu entender «todo o fortalecimento de laços, sejam eles económicos, culturais ou políticos, é um bom contributo para ajudar a comunidade porque significa que se abrem canais de comunicação, canais de diálogo que são importantes para que haja interlocutores».

A deputada Glória Araújo defendeu que a constituição da Secção do PS na Venezuela «reconhece o valor e a contribuição que a comunidade tem dado neste país».

No seu entender, «esta será uma das secções mais activas do PS no estrangeiro», depois de «uma longa batalha para a conseguir».

«Todos os cidadãos têm sempre a ganhar quando têm qualquer tipo de actividade política seja ela a militância ou não», comentou ainda a deputada.

«Socialismo democrático»

Na ocasião, Glória Araújo usou a expressão «socialismo democrático» e, ao ser interrogada sobre se existem muitos socialismos, explicou que «cada país interpreta as ideologias moldadas à sua própria expressão cultural, áquilo que é a forma de viver do seu povo, áquilo que são as suas vontades, os seus objectivos de vida».

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Alda Pereira-Lemaître, candidate socialiste d’origine portugaise à la Mairie de Noisy-le-Sec

Posté par goalexandre le 12 avril 2009

Alda Pereira-Lemaître, candidate d'origine portugaise à la Mairie de Noisy-le-Sec http://www.dailymotion.com/video/x4otkg

vendredi 28 décembre 2007, par LusoJornal

Toutes les versions de cet article :

Alda Pereira-Lemaître, candidate  socialiste d'origine portugaise à la Mairie de Noisy-le-Sec dans aççoes a fazer arton2913-9e214

La socialiste Alda Pereira-Lemaître vient d’être officiellement investie à la tête d’une liste de la gauche plurielle pour reconquérir la ville de Noisy-le-Sec, actuellement administrée par Nicole Rivoire (UDF-Modem).


À la tête d’une équipe soutenue par le Parti Socialiste, les Verts, le Parti Radical de Gauche (PRG) et le Mouvement Républicain et Citoyen (MRC), la candidate d’origine portugaise a déclaré au LusoJornal vouloir placer la démocratie participative au coeur de l’action municipale.

Après qu’Elisabeth Guigou ait décliné l’invitation de certains poids lourds du département,Alda Pereira-Lemaître est apparue comme la candidate naturelle pour Noisy-le-Sec, commune de 40.000 habitants de Seine-Saint-Denis. « Elisabeth Guigou a toujours été contre le cumul des mandats. Par ailleurs, elle a fait part de sa volonté de faire monter les plus jeunes. Mais elle sera sur ma liste en position éligible », précise-t-elle.

Alors que les grandes lignes du projet ne devraient être dévoilées qu’à la fin de la semaine – après une réunion de concertation entre les diverses forces politiques –, on sait d’ores et déjà qu’Alda Pereira-Lemaître souhaite consulter les noiséens à propos du prolongement du tramway. Il s’agit là d’un sujet sensible qui a vraisemblablement fait basculer la municipalité à droite lors des dernières élections. « Je suis en faveur des transports publics, mais j’envisage toutes les possibilités. Je ne reste pas figée sur un tracé plus qu’un autre. Par contre, je souhaite que l’on utilise les meilleurs matériaux avec moins de nuisance pour la population. L’actuel tramway est déjà obsolète. Si je suis élue, cette matière fera l’objet d’une consultation citoyenne »,promet la candidate.

Par ailleurs, elle souhaite redynamiser les comités de quartier, créer une Maison des Parents et s’engage à respecter la parité dans toutes les structures de décision de la ville. Déjà abordée dans la rue par des électeurs portugais, elle ne met pas de côté la possibilité d’amorcer des contacts en vue d’un éventuel jumelage avec une ville de son pays d’origine.

Arrivée en France en mai 1968, à l’âge de trois ans, Alda Pereira vit quelques mois au bidonville de Nanterre, avant que la famille ne déménage en Seine-et-Marne (Villeparisis). Originaires de Tortosendo, un petit village à sept kilomètres de Covilhã, les Pereira émigrent pour des raisons économiques mais aussi politiques. « Je garde encore des souvenirs très marqués de cette époque. Une de mes tantes, dont le fiancé était mobilisé sur le front, fut internée par la PIDE (police politique) parce qu’elle avait pris position contre la guerre coloniale ». Dès le plus jeune âge, elle développe une certaine conscience politique. « En fait, je suis devenue adulte assez tôt, j’ai ressenti une espèce d’éveil citoyen.Quand j’étais enfant, j’en ai voulu à mes parents de ne pas être restés là-bas. Je considérais qu’ils étaient plus utiles au Portugal pour lutter contre la dictature. Avec le temps, j’ai compris leur démarche. Ils voulaient tout simplement nous préserver et nous assurer un meilleur avenir », estime-t-elle avec le recul.

La candidate reste très attachée à son pays d’origine, où elle passe deux semaines de vacances chaque année. « Je ressens le besoin de me ressourcer, de visiter la famille. Comment dire ? Les pastéis de nata et plein d’autres petites choses sont ma madeleine de Proust. J’ai besoin de cela ». Elle n’en n’oublie pas pour autant la dimension politique. « Quand je le peux, j’aime passer le 25 avril au Portugal.À l’occasion des 30 ans de la Révolution des OEillets, nous sommes allés à Coimbra avec les enfants. Ils étaient très émus. Aujourd’hui, ce sont eux qui réclament la double nationalité, qui ressentent ce besoin de parler la langue, de lire, de comprendre leur histoire ».

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Fundação do partido socialista português

Posté par goalexandre le 1 novembre 2008

http://www.ps.pt/index.php?option=com_content&task=blogcategory&id=29&Itemid=38

 

Antecedentes
A 19 de Abril de 1973, o Congresso da Acção Socialista Portuguesa (A.S.P.), « ponderando os superiores interesses da Pátria, a actual estrutura e dimensão do movimento, as exigências concretas do presente e a necessidade de dinamizar os militantes para as grandes tarefas do futuro, deliberou transformar a A.S.P. em Partido Socialista ». 

A primeira organização partidária do movimento socialista em Portugal foi criada, em 1875, por Azedo Gneco, Antero de Quental e José Fontana, entre outros.

O 28 de Maio de 1926, e a consequente ilegalização dos partidos políticos disfere um golpe numa estrutura incapaz de se adaptar às condições da clandestinidade. Daí para a frente ensaiam-se diversas outras tentativas de criação de organizações socialistas, sem, no entanto, se conseguirem afirmar no seio das correntes da oposição ao Estado Novo. Neste contexto, destacam-se: o Núcleo de Doutrinação e Acção Socialista (1942-1944), o Partido Socialista Independente (1944), a União Socialista (1944-1950), o Partido Trabalhista (1947) e a Frente Socialista (1950-1954). Entretanto, o P.S.P. (S.P.I.O) entrava também num esforço reorganizativo (1946).

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A Acção Socialista Portuguesa (1964 – 1973)
Ramos da Costa, Tito de Morais e Mário Soares

Ramos da Costa, Tito de Morais e Mário Soares
em Genebra, Novembro de 1964

A Acção Socialista Portuguesa foi fundada em Genebra por Mário Soares, Manuel Tito de Morais e Francisco Ramos da Costa, em Novembro de 1964. Representando um novo esforço de estruturação do movimento socialista, o certo é que não logrou estabelecer as bases de implantação a que aspirava, conciliando dificilmente os instrumentos de luta na clandestinidade com as poucas possibilidades de intervenção legal permitidas pelo regime salazarista.

A ASP iniciou a publicação do Portugal Socialista em Maio de 1967, estabelecendo também numerosos contactos com partidos e organizações internacionais, sendo formalmente admitida na Internacional Socialista em 1972.

Foi o embrião do futuro Partido Socialista.

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O Movimento Socialista até à fundação da ASP
Programa do Partido Socialista Português, 1928Reuniram-se aqui, sem carácter exaustivo, alguns documentos referentes a organizações socialistas que antecederam a criação, em 1964, da Acção Socialista Portuguesa. Com excepção do Programa do PSP, datado de 1928, os documentos representam tentativas de criação, nos anos 40 e 50, de organizações clandestinas de cariz socialista.
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Fundação
A transformação da Acção Socialista Portuguesa em Partido Socialista ocorreu a 19 de Abril de 1973. Deliberada em congresso da A.S.P realizado na Alemanha, não foi uma decisão consensual para os vinte e sete delegados aí presentes. 

A Declaração de Princípios e Programa do Partido Socialista, aprovados em Agosto de 1973, resultaram de diversas contribuições de militantes e simpatizantes do interior e do exterior.

Na Declaração de Princípios afirmava-se a defesa do socialismo em liberdade, ao mesmo tempo que se defendia como objectivo último uma sociedade sem classes e o marxismo era aceite como « inspiração teórica predominante », embora permanentemente repensado.

O Programa reflectia, assim, um compromisso entre o sistema parlamentar da Europa Ocidental e uma estratégia de ruptura com a organização capitalista da economia.

 

Fundação do Partido Socialista
Esta lista, com a respectiva ordem de precedência, foi elaborada em 1977 por Manuel Tito de Morais e Catanho de Menezes, nomeados para o efeito pela Direcção do P.S. Foram-lhe posteriormente acrescentados alguns nomes de militantes que entretanto haviam saído do PS. Todos eles figuram na lápide colocada à entrada da Sede Nacional do P.S. e inaugurada no 25º aniversário da fundação do Partido. 

Fundação do Partido Socialista

Participantes no Congresso da Acção Socialista Portuguesa reunido em Bad Munstereifel, 19 de Abril de 1973, que decidiu fundar o Partido Socialista.

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Fundação do Partido Socialista – Documentos da Fundação do Partido Socialista (1973)
Primeiro símbolo utilizado pelo Partido Socialista (Agosto de 1973)

Primeiro símbolo utilizado pelo Partido Socialista
(Agosto de 1973).
Oferecido por Enzo Brunori, militante do Partido Socialista Italiano.

No dia 19 de Abril de 1973, na cidade alemã de Bad Munstereifel, militantes da Acção Socialista Portuguesa idos de Portugal e de diversos núcleos no estrangeiro, reunidos em Congresso, aprovam, por 20 votos a favor e 7 contra, a transformação da ASP em Partido Socialista. Finda a votação, todos os congressistas aplaudiram de pé a deliberação. Eram 18 horas. Publicam-se, em seguida, os diversos documentos preparatórios dessa reunião e, bem assim, outros que viriam a ser publicados na sequência directa da fundação do PS.

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Declaração de Princípios e Programa do Partido Socialista (1973)
Declaração de Princípios e Programa do Partido Socialista (1973)Na sequência da transformação da ASP em Partido Socialista, foram iniciados os trabalhos de redacção do respectivo Programa e Declaração de Princípios, recolhendo contribuições de diversos militantes do interior e no exílio. Em Paris, nos finais de Agosto, membros da direcção do interior e do exterior discutem e aprovam os referidos textos programáticos do PS. A primeira edição desses documentos ocorreu em Itália, em Setembro desse ano de 1973.
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Declaração de Princípios (Aprovados no VI Congresso Nacional, Lisboa 1986)
Princípios fundamentais 

1.1 — O PS é a organização política dos portugueses que procuram no socialismo democrático a solução dos problemas nacionais e a resposta as exigências sociopolíticas do nosso tempo.

O socialismo democrático é no plano moral a mais nobre causa política do nosso tempo e o herdeiro por excelência de todas as tradições humanistas acumuladas, consciência universal ao longo dos séculos.

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