ACTUALIDADE Trás-os-Montes terá IP2 e IC5 prontos em 2011

Posté par goalexandre le 11 décembre 2008

 

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 O Governo socialista cumpriu mais uma promessa ao assinar, no passado dia 25, em Vila Flor, o contrato de concessão do Douro Interior que contempla a construção de duas das estradas mais esperadas e necessárias para a criação de uma dinâmica económica ímpar em Trás-os-Montes: o IP2 e o IC5.

O Governo socialista cumpriu mais uma promessa ao assinar, no passado dia 25, em Vila Flor, o contrato de concessão do Douro Interior que contempla a construção de duas das estradas mais esperadas e necessárias para a criação de uma dinâmica económica ímpar em Trás-os-Montes: o IP2 e o IC5.
Para o primeiro-ministro, José Sócrates, acompanhado na cerimónia pelo ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, e pelo secretário de Estado adjunto, Paulo Campos, este investimento sem precedentes nas acessibilidades do nordeste transmontano “é um acto de justiça e de solidariedade” para com as populações locais, mas também um exemplo da estratégia do Executivo do PS para enfrentar a crise internacional – a aposta em investimentos públicos.
Os distritos de Bragança e Vila Real, bem como o norte da Guarda, estavam a ficar para trás porque não tinham acesso a uma rede de infra-estruturas rodoviárias que lhes permitisse ter uma boa economia ou qualidade de vida”, explicou José Sócrates, salientando de seguida que a empreitada, a arrancar em Janeiro de 2009 e a concluir no prazo de três anos, representa um investimento de 826 milhões de euros e a construção de 262 quilómetros de estrada, o que também é importante para a economia nacional pelo facto de “poder servir para ajudar muita gente a ter emprego”.
De salientar que o Governo estima que a concessão do Douro Interior, que engloba cinco troços do IP2 (entre vale Benfeito, no concelho de Macedo de Cavalheiros, e Celerico da Beira, no distrito da Guarda) e três lanços do IC5 (entre o IP4, no Alto do Pópulo, e Miranda do Corvo) vai gerar 13 mil novos postos de trabalho.
Em Vila Flor, Sócrates anunciou também que regressará ao distrito de Bragança já no próximo dia 10 de Dezembro para adjudicar a auto-estrada transmontana que ligará Vila Real a Bragança e que junto com o túnel do Marão e as outras duas estradas totalizam um investimento de 1300 milhões de euros.
Trata-se “do maior investimento alguma vez feito” nesta região, salientou o primeiro-ministro, defendendo que, pese embora as contrariedades da crise mundial, “nenhum país pode aceitar o que nós aceitámos durante tantos anos: haver um Portugal de primeira e um Portugal de segunda”.
Àqueles que criticam estes investimentos públicos em tempo de crise, o governante desafiou-os a “olharem nos olhos dos transmontanos e dizerem-lhes que talvez pudessem aceitar mais dez anos de espera”.
“Eu não tenho coragem para isso”, declarou.
Por seu turno, o ministro das Obras Públicas, Mário Lino, lembrou que quando chegou ao Governo estava apenas executado metade do Plano Rodoviário para esta região, comprometendo-se a apresentar uma execução entre 70 e 80% até ao final do mandato.
Após recordar que todo o processo de lançamento das estradas transmontanas demorou pouco mais de dois anos, Mário Lino vincou o carácter urgente deste investimento ao sublinhar que “temos pressa porque o país precisa de pressa para vencer o atraso”.
Segundo o ministro, em três anos o Executivo do PS já lançou 1316 quilómetros de estradas novas, 92% dos quais no interior do país e, destes, 30% em Trás-os-Montes.
Refira-se que o IP2 é o itinerário principal que há mais de duas décadas promete ligar o país de Norte a Sul pelo interior, mas no distrito de Bragança tem apenas construídos dois pequenos troços.
A obra adjudicada contempla 116 quilómetros que se estendem para além do distrito de Bragança até à Guarda, beneficiando os concelhos de Mirandela, Vila Flor, Torre de Moncorvo, Vila Nova de Foz Côa, Meda e Trancoso.
A esta estrada, considerada pelo ministério de Mário Lino como “fundamental para o desenvolvimento do interior do país”, junta-se a outra, na mesma concessão, o Itinerário Complementar nº 5 (IC5), aguardado desde a mesma altura.
A adjudicação desta estrada contempla 146 quilómetros entre os concelhos de Murça e Alijó, no distrito de Vila Real, e Mirandela, Carrazeda de Ansiães, Vila Flor, Alfândega da Fé e Mogadouro.
Conforme dados divulgados pelo dados do Ministério das Obras Públicas, estas duas estradas estarão construídas em 2011 e vão melhorar a qualidade de vida de 330 mil pessoas.
Para o distrito de Bragança o IP2 e o IC5 garantem ligação a toda a rede viária nacional e a melhoria de acesso dentro da própria região, já que permitirão viajar em todas as direcções, entrecruzando-se com a principal estrada que atravessa o nordeste transmontano, o IP4.
De acordo com as previsões do Governo, estas estradas vão estar concluídas em simultâneo com a auto-estrada transmontana, que equivalerá, na maior parte da sua extensão, à duplicação do actual IP4.
Importa salientar ainda que a concessão Douro Interior deverá contribuir para a redução da sinistralidade rodoviária grave em cerca de 71%.

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